Está fechada a programação do IndieJúnior Allianz 2019!

Mary e a Flor da Feiticeira

Está a chegar a terceira edição do IndieJúnior Allianz – Festival Internacional de Cinema Infantil e Juvenil do Porto. Entre 29 de Janeiro e 3 de Fevereiro, o evento voltará a ocupar o Teatro Municipal Rivoli e a Biblioteca Municipal Almeida Garrett, adicionando, este ano, a Casa das Artes e a Reitoria da Universidade do Porto à lista de parceiros de acolhimento. Com uma proposta programática diversa, o IndieJúnior Allianz vai apresentar os filmes infantis e juvenis mais criativos e originais que se fazem hoje pelo mundo fora, revisitar filmes que marcaram o imaginário de crianças e jovens que hoje já são pais e avôs e promover o encontro divertido com o cinema através de oficinas, debates e exposições.

Ao longo de seis dias, haverá filmes pensados para diferentes faixas etárias (+3, +6, +9, +12, +13 e +16), assim como a visita a clássicos do cinema, através das escolhas de três figuras da vida cultural e social portuense. Respondendo a um convite do festival, a realizadora Luísa Sequeira, o geógrafo e escritor Álvaro Domingues e a arquitecta Filipa Fróis Almeida apresentarão, na secção O Meu Primeiro Filme, Os Salteadores da Arca Perdida, A História Interminável e Tempos Modernos. Dos antigos para os novos, destaque ainda para as aventuras de férias de A Ilha do Tesouro e a estreia de Mary e a Flor de Feiticeira, uma história de fantasia e bruxas assinada por um antigo colaborador de Miyazaki. No documentário, os desafios daqueles que procuram seguir uma carreira na dança no português Infância, Adolescência, Juventude, e a adolescência narrada na primeira pessoa de No Meu Quarto, uma compilação de diários de youtube de jovens de todo o mundo. Serão cerca de 50 filmes de produção recente que, na animação, documentário ou ficção, propõem a descoberta de novos e antigos lugares de imaginação, formação  estético-cultural e divertimento. Lugar assim à escola, presente nas temáticas dos filmes para os mais novos; à família, com sessões especiais de fim-de-semana para pais, filhos e avós; e à experimentação, com as sessões de cinema para bebés e as oficinas.

  Cinema: Crítica - High Life (2019)

O IndieJúnior Allianz 2019 contará, ainda, com sessões exclusivas para escolas da área metropolitana da Invicta, que promoverão a circulação de mais de 4500 crianças e jovens pelas salas de cinema do festival, assim como vê reforçado o envolvimento de alunos na programação. Através do Eu programo um Festival de Cinema, actividade desenvolvida em parceria com o Programa Paralelo do Rivoli, os alunos de quatro escolas do da área metropolitana do Porto voltaram a programar sessões do festival.

Fora das salas de cinema, espaço ainda para uma exposição que mostra alguns dos lugares preferidos dos espectadores e oficinas que ajudam as crianças a explorarem a sua imaginação na criação de histórias com sons, a descobrir com os pais como podem partir de um filme para dançar juntos ou pensam a relação entre a casa e o seu habitante.

Sem esquecer que são as crianças os principais júris deste festival, a elas compete a eleição do Grande Prémio do Público, o festival é composto por uma competição internacional de curtas e longas metragens, avaliadas pelo Júri Oficial da Competição Internacional (composto por três personalidades da cidade do Porto) e o Júri Escolas (composto por três jovens de escolas portuenses).

Destacamos:

Mary e a Flor da Feiticeira

Meari to majo no hana
Hiromasa Yonebayashi
IndieJúnior 2019 / Competição Internacional Longas
Animação, Japão, 2017, 103”

A pequena Mary vai atrás de um misterioso gato para dentro da floresta e descobre uma vassoura e uma estranha planta que dá flor a cada sete anos. A flor e a vassoura fazem com que Mary vá parar a Endor – uma escola de magia. Mas há coisas estranhas a acontecer na escola e Mary tem de provar ser capaz de enfrentar os desafios colocados a uma aprendiz de feiticeira. Harry Potter meets Studio Ghibli, é assim que vemos esta maravilhosa aventura de animação assinada por um antigo colabora

Ricardo Lopes

Começou a caminhar nos alicerces de uma sala de cinema, cresceu entre cartazes de filmes e película. E o trabalho no meio audiovisual aconteceu naturalmente, estando presente desde a pré-produção até à exibição.

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