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BD: Felipe Folgosi Regressa à Banda Desenhada Com ‘Chaos’

Depois de em 2015 ter lançado “Aurora” o seu primeiro romance gráfico, o ator e argumentista Felipe Folgosi regressa à banda desenhada com a continuação do título anterior, intitulada “Chaos”, que tem uma campanha de crowdfunding.

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Chaos_02 de Felipe FolgosiFoi no passado dia 7 de Agosto que Felipe Folgosi lançou a campanha de “Chaos” no site de crowdfunding Cartase, que em apenas um dia, já teve 54 apoiantes.

Sobre a nova história, Felipe diz:

“Ela começa onde a anterior parou, mas com o Gabriel dominando a cena no combate à Nova Ordem Mundial, ao lado dos personagens que conhecemos, Ryan, Cláudia e Annabelle. Claro que também teremos novos heróis e vilões, muitas sequências de ação eletrizantes, e como no Aurora, tudo isso muito bem amarrado numa trama que envolve ciência, filosofia, política, sociedades secretas, trans-humanismo, ação, sacrifício e aventura. Enfim, um thriller de ficção-científica com muita teoria da conspiração, do jeito que a gente gosta!”

Chaos de Felipe Folgosi_Pag_01 Chaos de Felipe Folgosi_Pag_02

Felipe desenvolve uma história de ação surpreendente que mistura fatos científicos e questões filosóficas.

“Como fã do género, penso que as melhores histórias partem de premissas reais combinadas de forma inusitada e levadas às últimas consequências, então pesquisei muito para que cada termo científico usado, cada dado técnico citado gerasse uma sensação de verosimilhança no leitor”, explica o autor que levou dez anos entre a ideia original e seu lançamento, período dedicado à pesquisa exigida pelo projeto: “a pesquisa foi extensa, detalhada, começando com os locais onde se passa a história, dados sobre astronomia e astrofísica, sobre partículas cósmicas, precessão dos equinócios, neandertais versus homo sapiens, aceleradores de partículas, agências de pesquisa militar, maçonaria e por aí vai”.

Formado em cinema, na Faculdade de Comunicação e Marketing da Fundação Armando Alvares Penteado, em São Paulo, e com uma especialização em guionismo na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Estados Unidos da América, Felipe Folgosi desenvolveu inicialmente o guião de Aurora para o grande ecrã, mas acabou por adaptar a trama a uma história em banda desenhada, ao perceber o seu enorme potencial gráfico. Em “Chaos ele segue a receita do sucesso:

“Consegui juntar elementos suficientes para criar uma história plausível partindo de uma premissa fantástica, misturando astronomia, medicina, evolucionismo com uma boa dose de teorias da conspiração”

Chaos de Felipe Folgosi_Pag_03

Fã de banda desenhada, Felipe conta que a inspiração para “Chaos” vem tanto do universo da BD quanto da ciência e que, para isso, teria que encontrar um artista a altura. A missão foi dada ao ilustrador argentino Emilio Utrera, que além do esboço e da arte final, também faz a coloração da obra.

Felipe, que procurou um artista durante quase dois anos, salienta:

“Encontrei no Emi um parceiro que estava buscando faz algum tempo, um cara completo, ponta firme e extremamente sensível na tradução do roteiro e layout para o papel. Estou bem satisfeito com o trabalho dele e acredito que o público brasileiro também ficará.”

Aurora teve distribuição em Portugal e em 2017, Felipe Folgosi foi entrevistado pelo Central Comics. Podem ver entrevista no nosso canal de Youtube, aqui:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

FELIPE FOLGOSI

FELIPE FOLGOSIFormou-se em cinema na FAAP e frequentou uma especialização na UCLA durante dois anos, com ênfase em Guião. Desde 2000 tem colaborado em vários órgãos de comunicação social, como o Jornal da Tarde e a revista da Avianca, escrevendo sobre cinema. Em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça “Um Outro Dia”.

Começou a fazer teatro aos 15 anos e estreou-se aos 17 anos na televisão com a minissérie “Sex Appeal”, na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela “Olho no Olho”, onde era o protagonista Alef. Integrou ainda o elenco de “Explode Coração”, “Corpo Dourado”, “Vidas Cruzadas”, “Jamais te Esquecerei”, “Começar de Novo”, “Os Ricos Também Choram”, “Prova de Amor” e da trilogia “Os Mutantes”, na Rede Record.

Como apresentador, destaque para o programa “Tá Ligado” da Fundação Roberto Marinho;; “Acredite Se Quiser” na Band. Mais recentemente participou na longa-metragem “A Grande Vitória” com Caio Castro e Sabrina Sato, na série “Politicamente Incorreto” com Danilo Gentilli, na FOX, e na novela “Chiquititas” do SBT. Felipe acabou de participar da novela “A Terra Prometida” na Rede Record e atualmente está gravando o seriado “171-Negócio de Família” para o Universal Channel. No teatro fez mais de dez peças, entre elas “Gato Vira-Lata”, de Juca de Oliveira.

Em 2018, lançou o seu documentário “Traço Livre”, que co-produziu e apresenta, abordando o cenário atual da banda desenhada independente no Brasil. Com previsão de lançamento para 2019, Felipe também entra na longa-metragem “Eu Sou Brasileiro” de Alessandro Barros.

Lançou em 2015 a sua primeira graphic novel, “Aurora”, uma obra aclamado pela crítica e pelo público, tendo sido nomeado para o maior concurso de banda desenhada no Brasil, o “HQMix”

Em 2017, lançou o seu segundo projecto na banda desenhada, com uma história de suspense e terror psicológico, chamado “Comunhão”. Participou também das colectâneas “Visões de Guerra” e “Selva Gazeta Gráfica”.

Em 2018, Felipe lançou o seu curso online de composição narrativa, chamado “Contador de Histórias”, na plataforma cultural Savoá.

Felipe também participa na antologia “Narrativas do Medo Volume 2” com o conto “Non Plus Ultra”, e irá lançar a sua próxima graphic novel, intitulada“Um Outro Dia”, prevista para o segundo semestre.

EMILIO UTRERA

Emilio UtreraCartoonista e escritor argentino, Emilio é autor de bandas desenhada como BARRAS e P4TRIOTAS. Também na revista Fierro, participou numa antologia para a editora norte-americana Vertigo e ganhou o primeiro lugar no Concurso Nacional de Graphic Novel da Prefeitura da Cidade de Córdoba.

Emilio foi finalista do concurso nacional para o jornal de San Luis e uma recebeu menção honrosa no concurso de banda desenhada da “Revista Cultural Ñ”.

 

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