Ronda de Análises #2: The Otterman Empire, Mr.Driller Drill Land e Death Come True

Hoje trazemos mais uma ronda de análises a videojogos. Aqui, iremos apresentar entre três a quatro jogos onde serão escritas pequenas análises sobre os mesmos. Os jogos desta vez serão The Otterman Empire, Mr.Driller Drill Land e Death Come True.

The Otterman Empire

The Otterman Empire

The Otterman Empire é daqueles jogos que engana. A primeira vez que o vi, num trailer publicado algures na Internet fiquei parvo com o que vi. Era um jogo quase perfeito: Gráficos interessantes, uma jogabilidade fantástica e para melhorar tudo, uma história do melhor e capaz de fazer qualquer fã de jogos de tiro na terceira pessoa ficar automaticamente apaixonado pelo jogo.

Mas isto, só acontece até ligarmos o jogo e começarmos a jogar. Ficamos automaticamente desiludidos com o jogo. Encontramos algo pobre e que, a uma primeira visão fez-me lembrar de uma espécie de modo história de Splatoon 2 mas fraquinho. O nosso objetivo, para que fique ciente ao leitor é completar várias missões para salvar o mundo com uma simpática lontra.

Isto seria interessante sim, se os controlos não fossem horríveis. Andar a apontar uma arma com o analógico direito é horrendo e, além disso, não existem muitas armas pegar. Além de que, para ser sincero, as missões são demasiado repetidas. Durante o jogo também nos apresentam uma vertente de multijogador. Online certo? Errado. É apenas um modo para se divertirem com os vossos amigos ou família durante um serão em casa…isto se aguentarem o jogo.

Resta concluir que, The Otterman Empire é um jogo que devem evitar ao máximo. Não existe nada de agradável no jogo, a não ser que achem um festival de bugs e uma jogabilidade repetida vezes sem conta interessante.

Nota Final: 2/10

The Otterman Empire está disponível para PC, Xbox One e Nintendo Switch (versão testada)

Agradecimentos à Tri-Heart Interactive

Mr.Driller Drill Land

Mr.Driller Drill Land

Mr.Driller é um clássico já estabelecido no mercado. Não há dúvidas que uma personagem como esta e que tem jogos com uma jogabilidade sempre fixa e de bastante qualidade terá sempre um lugar especial no coração dos jogadores.

No entanto, era uma série que andava bastante desaparecida. Até que a Bandai Namco decidiu fazer um remaster de Mr.Driller: Drill Land, um original da Nintendo Gamecube e lançar na irmã mais nova da consola referida anteriormente. O mais interessante deste jogo é, definitivamente, o facto de inicialmente ter sido lançado em exclusivo no Japão e agora, passado 18 anos, é lançado a uma escala global.

Se nunca jogaram Mr. Driller, a realidade é que a jogabilidade não tem grande ciência. É um jogo de quebra-cabeças em que o objetivo é ir furando por vários caminhos de blocos coloridos, tentando evitar blocos que vão caindo e tentar juntar o máximo de blocos coloridos da mesma cor para que quebrem todos ao mesmo tempo de forma a aumentar a pontuação.

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Neste caso, como nos encontramos num parque de diversões existem várias temáticas onde vamos jogar este tipo de jogo, como uma aventura espacial ou uma aventura por umas tumbas, como um Indiana Jones que fura tudo o que vê. Além de Mr. Driller existem múltiplas personagens com que podemos jogar, levando a que a maioria seja especifica de alguns jogos. Porém, é interessante ver como cada personagem é jogável de forma diferente.

Resta concluir que, com gráficos coloridos e uma música viciante, Mr. Driller: Drill Land é um mimo para qualquer fã de quebra-cabeças ou da personagem. Um jogo antigo, com uma roupagem nova e que irá reconquistar velhos fãs e conquistar novos fãs.

Nota Final: 7/10

Mr.Driller: Drill Land  está disponível para PC e Nintendo Switch (versão testada)

Agradecimentos à Bandai Namco e Garage PR

Death Come True

Death Come True

Quando ouvi falar pela primeira vez em Death Come True, fiquei curioso. Um jogo escrito e criado por Kazutaka Kodaka, que criou o universo de Danganronpa, só poderia significar surrealismo.

A verdade, é que não atirei muito longe. A história que nos é oferecida na descrição do jogo é muito vaga. Apenas nos explicam que o jogador está encarregue de descobrir pistas e a verdades sobre as ações do protagonista, Karaki e que temos a habilidade de viajar no tempo. E isto é mais que suficiente para deixar o jogador interessado.

No entanto, posso pegar neste jogo de duas formas: como um jogo ou, como um filme interativo. Como jogo, não há muito por onde fugir. Escolhemos uma das opções, e assistimos à consequência da escolha.

Quanto a ser um filme interativo, trata-se de outra questão. As personagens são bem desenvolvidas e existem imensos mistérios que nos irão deixar de boca aberta. Sem dizer muito, digamos que a cada esquina encontramos algo que nos vai surpreender e nos colocar cada vez mais dentro da história.

Não posso dizer que irá ter uma base de fãs enorme, como Danganronpa. No entanto, Death Come True chega com uma experiência diferente vinda de uma mente brilhante e que, na minha sincera opinião, poderá criar uma série de experiências que irá deixar os jogadores a querer mais.

Nota Final: 8/10

Death Come True está disponível para Android, iOS, Nintendo Switch (versão testada). Será lançado mais tarde para PlayStation 4 e PC

Agradecimentos à IzanagiGames

António Moura

Um pequeno ser com grande apetite para cinema, séries e videojogos. Fanboy compulsivo de séries clássicas da Nintendo.

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