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O Império – Uma História Política do Cristianismo (Livro 2)

 

O Império é a primeira história política em banda desenhada da mais antiga instituição do mundo: a Igreja.  O segundo livro acaba de sair para as livrarias!

Sodoma e Gomorra (séculos XIII a XVI), segundo volume da série, encena o horror da Inquisição, das cruzadas, da Reforma, das guerras de religião, da decadência dos papas Bórgia, ou o nascimento da universidade e a obra de Miguel Ângelo… Vários acontecimentos fundamentais que ainda ecoam hoje.

Esta narrativa gráfica cruza a história de Deus e do Diabo, de ganância e miséria, de graça e libertinagem sexual, de serenidade e violência…

«É este processo que esta obra, fundamentada num sólido saber científico, histórico e sociológico, por vezes com humor, quer dar a conhecer. Só posso aplaudir com vigor a sua tradução para português. A Gradiva está, mais uma vez, de parabéns.»

ANSELMO BORGESin «Nota à Edição Portuguesa»

Lindamente ilustrado, cheio de humor, distância crítica e verdadeiro rigor académico e científico, O Império é o fruto do trabalho desenvolvido há mais de vinte anos por Olivier Bobineau, reconhecido investigador, membro do laboratório do Groupe Sociétés, Religions, Laïcités da Sorbonne e do Centre National de la Recherche Scientifique.

O Império – Uma História Política do Cristianismo (Livro 2)
Sodoma e Gomorra
Gradiva BD
Olivier Bobineau, Pascal Magnat
ISBN 978-989-785-098-1
Páginas 176
Capa Brochada/capa mole
Dimensões 28,80 x 21,00
PVP: €15,00
Compra aqui com 10% Desconto e portes grátis

Autores:

Olivier Bobineau
Investigador de renome, membro do laboratório de investigação Groupe Sociétés, Religions, Laicités da Sorbonne e do Centre National de la Recherche Scientifique.

Pascal Magnat
Nasceu na região de Paris. Estudou na Duperré School of Applied Arts. Trabalhou em várias agências de comunicação como director artístico, antes de se tornar ilustrador freelance. Mad in China é seu primeiro álbum.

 

One thought on “O Império – Uma História Política do Cristianismo (Livro 2)

  1. Colocar o Gene Simmons (KISS) como exemplo de “música gótica” revela uma falta de conhecimento musical (e da própria cultura pop) atroz…
    Devia existir um “crivo editorial” para remediar alarvidades que um autor possa cometer.

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