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Cinema: Crítica – Exército dos Mortos (2021)

2021 tem sido um ano importante para Zack Snyder. Depois do lançamento da sua versão definitiva da Liga da Justiça, acertando as contas que os fãs pediram, o realizador volta um pouco às origens com a ajuda da Netflix, em Exército dos Mortos, o seu primeiro filme original desde Sucker Punch: Mundo Surreal.

Após uma catástrofe durante o transporte de um morto-vivo de uma base militar perto de Las Vegas, o mundo viu a cidade do pecado a ser fechada a sete chaves para conter a infecção. A pedido de um magnata chamado Tanaka (Hiroyuki Sanada), este convida Scott Ward (Dave Bautista) a reunir uma equipa para assaltar um cofre debaixo de um casino, no valor de 50 milhões de dólares. Com a sua equipa de mercenários, estes fazem caminho por Las Vegas, tendo que sobreviver contra hordas de zombies, antes que sejam dizimados por uma bomba nuclear que chega em horas.

Não há sítio mais perfeito que Vegas para que um filme cuja grandeza épica poderia se passar. Não existe mais nenhuma cidade do mundo onde podemos encontrar todo o tipo de detalhes como Elvis falsos, e recriações da Torre de Eifel, a Estátua da Liberdade ou um recreio divertido na forma de um império romano, o que oferece uma grande variedade de locais onde o perigo pode ocorrer de forma muito brutal.

A cena de créditos iniciais dá-nos uma amostra para tudo o que está para vir, introduzindo várias das personagens que iremos acompanhar nesta jornada e que não passa paninhos quentes em conter-se com o sangue e as tripas, uma característica recorrente ao longo das próximas duas horas e meia. Isto é uma guerra pura e dura contra zombies e cumprir a missão, custe o que custar.

Invés de tratar os zombies como idiotas incapazes de pensar, Snyder reverte o conceito ao mostrar uma nova tribo da espécie, uma que teve que se adaptar e evoluir conforme necessário, tornando-os mais perigosos que nunca. Isto adiciona uma nova perspectiva ao género. A primeira longa-metragem do realizador foi o remake de 2004 do clássico de George A. Romero, O Renascer dos Mortos, numa altura em que ainda não tinha havido o boom dos zombies. Passados quase 17 anos e muitos muitos mortos-vivos entretanto, ele regressa para oferecer algo de novo.

Ainda que o seu terceiro acto se arraste um pouco, há uma grande parte de divertimento para se ter, enquanto este não se torna demasiado dramático, destacando os seus muitos momentos de acção, onde tudo pode acontecer!

Nota Final: 3/5

One thought on “Cinema: Crítica – Exército dos Mortos (2021)

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