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Cinema – Crítica – Agora Estamos Sozinhos (2018)

O que farias se fosses a última pessoa no mundo? Peter Dinklage vive esta distopia em Agora Estamos Sozinhos. Estreia a 27 de setembro nos cinemas.

Agora Estamos Sozinhos
Peter Dinklage é o último Homem no mundo em ‘Agora Estamos Sozinhos’.

Agora Estamos Sozinhos, realizado por Reed Morano (Handmaid’s tale) e escrito por Mike Makowsky, passa-se num futuro distópico em que Del (Peter Dinklage) é o último Homem no mundo e vive numa pequena cidade habituado ao mundo que criou para si mesmo. Passa os seus dias a organizar a sua enorme biblioteca, a limpar casas e a enterrar os corpos dos falecidos. Um dia é descoberto por Grace (Elle Fanning), uma jovem rapariga com um passado obscuro e que quer ficar a viver com Del.

Agora Estamos Sozinhos apresenta de imediato um tom semelhante à brilhante série em que a realizadora trabalhou, Handmaid’s Tale, e restantes membros técnicos, como o compositor Adam Taylor que capta na perfeição o ambiente melancólico, mas pacífico, deste local recheado de natureza e que se tornou eventualmente uma utopia para Del. Além disto, a cinematografia consegue tornar esta triste história em algo belíssimo em que o verde carrega os planos de fundo.

O protagonista, Del, é um erudito que aprecia o silêncio e solidão até ao dia em que conhece Grace e tem de questionar a sua pacificidade. Grace, contrariamente a Del, possui uma energia abismal para conversar e impulsiona o desenvolvimento do enredo. A comunicação vai fornecendo pequenos detalhes acerca do que aconteceu no mundo e quotidiano do protagonista, no entanto, existe sempre um ambiente misterioso da origem de Grace, precisamente pelo foco do filme em demonstrar uma longa cicatriz existente na sua nuca.

Agora Estamos Sozinhos

A história desenvolve-se à medida que Del e Grace criam uma amizade mais forte, aumentando a intensidade do filme e o nosso afeto por estas personagens. O terceiro ato não é totalmente imprevisível e força a premissa a tornar algo mais inovador e controverso, criando um enorme contraste com a lentidão, mas cativante, da primeira metade do filme.

Agora Estamos Sozinhos é um filme a não perder para fãs de pós-apocalipses, com atuações eficientes de atores proclamados e destacando-se principalmente pelo seu lado mais técnico.

  • Agora Estamos Sozinhos estreia a 27 setembro 2018 nos cinemas

7/10

Na antestreia de Viúva Negra

7 thoughts on “Cinema – Crítica – Agora Estamos Sozinhos (2018)

  1. Caramba, demorou para eu entender um pouco esse filme. Confesso que terminei de aasistir e ainda não entendi quem matou as pessoas da cidade (foi simpleamente uma devastação da humanidade daquela cidade? Mas causada pelo quê?). Até que gostei mais ou menos, os atores são ótimos, mas acho que tem uns buracos na história.
    Gostei da sua explicação sobre o filme.

  2. Pra ser ruim precisaria melhorar bastante. 140 minutos da vida perdidos assistindo essa porcaria!

  3. Começou bem mas desandou no caminho e viajou no final. Fraco. Mas os atores são bons.

  4. Vcs tds falando do roteiro e taltaltal,mas meu grande questionamento é:oq foi akela cena do carro???eles se beijaram e depois??kkkkk n dá p saber se é só amizade ou aconteceu algo a mais,ou ela só bjou ele pq desistiu de contar d ond vinha,mas ele bem q gostou..e na casa dele..de qm era o corpo e pq ele é meio perturbado cm isso?aff …espero q ela seja de maior na história pq eu shipei.

  5. Vi o ator na capa e apostei pensando que o filme iria ser bom, mas é péssimo; tempo perdido. As coisas acontecem muuuuuuuito lentamente, os diálogos e acontecimentos do filme são cheios de vazios e o filme me pareceu sem significado muita coisa solta; até um cachorro que que aparece e some, etc…. quase nada ficou claro no filme. Assisti de noite e deu muito sono pela leseira da trama como um todo. Não recomendo, coloca pro vovô dormir que dá certo.

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