28º AmadoraBD – Programação e Nomeados PNBD!

Como o tempo passa! Está aí o 28º AmadoraBD, dá para acreditar? O Certame irá decorrer entre 27 de Outubro a 12 de Novembro de 2017. Aqui ficam os principais destaques e os nomeados para os Prémios Nacionais de Banda Desenhada.

As exposições:

CONTAR O MUNDO. A REPORTAGEM EM BANDA DESENHADA

Comissariado: Sara Figueiredo Costa

Colaboração Museu de BD de Angoulême e Museu de Cartoon Israelita

Projecto e execução de cenografia: Catarina Pé-Curto, Alice Prestes e Filipa Sabala

Gabriel García Márquez chamou ao jornalismo a melhor profissão do mundo. O ofício de analisar, questionar e decifrar a realidade continua a ser um trabalho essencial em qualquer sociedade e a reportagem persiste como o género onde esse trabalho pode fazer-se com um fôlego mais largo, um olhar com múltiplos ângulos, uma procura dedicada das histórias e dos momentos que definem uma história maior. A linguagem da banda desenhada é uma das ferramentas possíveis para esse trabalho. Não será o mais reconhecido, ou o mais óbvio, mas as últimas décadas têm mostrado uma vitalidade assinalável desta relação. Nesta exposição pretendemos mostrar como a banda desenhada responde de modos diversos e com soluções criativas às necessidades de um género jornalístico concreto (mesmo quando lhe empurra os limites em direcções menos canónicas).

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Autor Português em Destaque

NUNO SARAIVA, TUDO ISTO É FADO

(Prémio Melhor Álbum Português 2016)

Projecto e execução de cenografia: Carlos Farinha

Vencedor do Prémio Melhor Álbum Português de Banda Desenhada de 2016, com Tudo Isto é Fado, Nuno Saraiva é o autor português em destaque nesta edição.Tudo Isto é Fado, edição conjunta da EGEAC/Museu do Fado e Semanário Sol, consiste num conjunto de curtas histórias, escritas e desenhadas pelo autor, que prestam homenagem ao universo do fado e às suas personalidades mais marcantes. Exposição dedicada não só ao processo criativo deste álbum mas também aos 30 anos de carreira do autor.

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O ESPÍRITO DE WILL EISNER

Co-comissariado Denis Kitchen e John Lind

Projecto e execução de cenografia: Rui Horta Pereira

O legado de Will Eisner (1917-2005) é tão importante para a banda desenhada que ele deu nome aos famosos “Eisners”, os “óscares” da banda desenhada que são atribuídos anualmente. Conhecido como o pai da novela gráfica, a sua forma inovadora de contar histórias, o traço e o desenho na série lendária The Spirit (1940-1952) inspirou nos jornais toda uma geração de cartunistas. A sua série, aclamada de mais de vinte e cinco livros e novelas gráficas que começou em 1978 com A Contract with God, ajudaram a estabelecer o género. Esta exposição contém desenhos originais de Eisner, selecionados especialmente para o Festival AmadoraBD pelos curadores Denis Kitchen e John Lind, a partir das exposições paralelas da emblemática Will Eisner Centennial Celebration no Museu de Banda Desenhada de Angoulême e da exposição da Society of Illustrations ocorrida em Nova Iorque no início de 2017.

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JACK KIRBY – 100 ANOS DE UM VISIONÁRIO

Comissariado: Mário Freitas

Projecto e execução de cenografia: Susana Vicente

Apelidado de “The King” por Stan Lee, o autoproclamado “Pai da Marvel”, Jack Kirby viveu demasiado tempo na sombra do seu famoso e quase omnipresente ex-editor. Agora, no centenário do nascimento de Kirby, o Amadora BD presta a sua homenagem ao maior criador de universos da história da BD americana. O homem que, ao longo de quatro décadas, foi revolucionando a forma de contar histórias, criando ou cocriando milhares de personagens, muitas das quais povoam na atualidade o imaginário popular e mediático graças a múltiplas adaptações ao cinema, com destaque para o universo cinemático da Marvel.

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REVISÃO – BANDAS DESENHADAS DOS ANOS 70, DE COLETIVO DE AUTORES

Prémio Clássicos da 9ª Arte 2016)

Colaboração de Marcos Farrajota (Chili com Carne)

Projecto e execução de cenografia: Sara de la Féria

“Visão” foi uma revista improvável que fez rutura com a banda desenhada tradicional portuguesa e que se apresentava nas bancas com cores brilhantes e temáticas políticas. Para comemorar os seus 40 anos de história, surge “Revisão” que, não tendo como objectivo ser um compêndio de tudo, recupera um conjunto de bandas desenhadas esquecidas dos anos 70. Esta exposição não pretende ser uma mostra de todos os autores da década de 70, ela resulta da colaboração de alguns autores que cederam as obras.

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TECTO DA BIBLIOTECA, DE RUI PIMENTEL

Design Gráfico: V-A

Rui Pimentel é arquitecto de formação, mas cedo começou a colaborar em diversas publicações, ficando conhecido do grande público através do trabalho feito n’O Jornal e na Revista Visão. Pimentel expõe regularmente nacional e internacionalmente, tendo já recebido diversos prémios pelo seu trabalho, incluindo pela Amadora BD.

A exposição surge da vontade do próprio autor em mostrar ao público o trabalho que realizou propositadamente para decorar o tecto em caixotão da sua biblioteca particular.

Algumas personagens fazem-se acompanhar das suas obras mais relevantes, mas, no caso particular da BD, Rui Pimentel optou pela representação das personagens mais marcantes em vez de representar os seus autores.

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O RIO SALGADO, DE JAN BAUER

Colaboração de Rui Brito (Polvo)

Projecto e execução de cenografia: Cristiana Fernandes

Jan Bauer (Preetz, Alemanha, 1976) cursou Ilustração na Universidade de Ciências Aplicadas de Hamburgo e Animação no Queensland College of Art, em Brisbane. Durante os seus estudos especializou-se como pintor de paisagens, voltando-se depois para o cinema de animação. A partir de 2002 começa a trabalhar como ilustrador freelancer, designer, argumentista e realizador e aparece ligado à produção de numerosos filmes publicitários em animação, curtas e longas-metragens, e séries. Foi também professor. Bauer apresenta-se como um fã de desportos de exterior, sempre pronto a afrontar os desafios da natureza. A sua paixão por viagens é tratada em “O rio salgado” (Polvo, 2017), romance gráfico de estreia, que conta uma história de amor terno e inesperado, magnificamente enquadrada por espetaculares paisagens, que transportam o leitor ao fim do mundo, num périplo de quatrocentos e cinquenta quilómetros a pé através do coração escaldante da Austrália. Vive em Hamburgo.

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MARIA!…, DE HENRIQUE MAGALHÃES

(Prémio Melhor Álbum de Tiras Humorísticas 2016)

Colaboração de Rui Brito (Polvo)

Projecto e execução de cenografia: Rui Mecha

Henrique Magalhães nasceu na Paraíba, estado do Nordeste do Brasil, em 1957. Em 1975 criou a personagem de Banda Desenhada “Maria”, que foi publicada durante vários anos em tiras diárias nos jornais locais, além de revistas e álbuns. “Maria” notabilizou-se pela crítica aos desmandos do poder autoritário que se instalou no Brasil entre as décadas de 1960 e 1980. Se inicialmente era uma solteirona em busca de companhia, a pouco e pouco foi-se posicionando contra a ditadura militar, o cerceamento das liberdades políticas, a censura e os costumes arcaicos que estruturavam uma sociedade machista, racista, homofóbica e conservadora. Em 2016, com “Seu nome próprio… Maria! Seu apelido Lisboa” (Polvo), vence o Prémio Nacional de Banda Desenhada, na categoria de “Melhor Álbum de Tiras Humorísticas

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FÓSSEIS DAS ALMAS BELAS, DE MÁRIO FREITAS E SÉRGIO MARQUES

(Prémio Melhor Argumento Para Álbum Português 2016)

Projecto e execução de cenografia: Susana Lanceiro e Joana Bartolomeu

Mário Freitas é um multi-nomeado argumentista e editor de banda desenhada, com um cunho irreverente e iconoclasta, que gosta de revisitar figuras e acontecimentos históricos. Com desenhos de Sérgio Marques, “Fósseis das Almas Belas” tem a capacidade de mitificar a história portuguesa na época dos descobrimentos, através da relação que se estabelece entre um pai e os seus dois filhos.

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TRAÇOS E INSPIRAÇÃO. A PRESENÇA PORTUGUESA NO MERCADO NORTE-AMERICANO DE BD

Comissariado: Bruno Caetano

Projecto e execução de cenografia: Susana Vicente

Foram muitos os que cresceram a ler “comics” em Portugal nos anos 80 e 90, os ditos “formatinhos” que inundavam o nosso mercado, vindos do Brasil. Alguns até sonhavam em um dia poder escrever ou desenhar histórias com algumas destas imortais personagens. Se na altura a ideia parecia impossível de concretizar, hoje em dia, graças ao árduo percurso de alguns dos mais talentosos e trabalhadores artistas portugueses que desbravaram caminho, essa “impossibilidade” foi ultrapassada de forma significativa. Enaltecemos nesta exposição o trabalho destes incansáveis que levam a nossa arte a todo o mundo de forma tão virtuosa.

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O CRONISTA MARCELLO QUINTANILHA

Colaboração de Rui Brito (Polvo)

Projecto e execução de cenografia: Rui Mecha

Nascido em Niterói, Brasil, em 1971, Marcello Quintanilha mostra-nos nesta exposição alguns dos seus trabalhos mais representativos. “Fealdade de Fabiano Gorila” (Polvo, 2016) conta-nos uma história baseada na vida do seu pai, que foi jogador de futebol de várias equipes da sua cidade natal na década de 1950. Foi com este livro que se tornou conhecido no seu país. “O Ateneu” (Polvo, 2017), mostra-nos a sua faceta de adaptador, com a magistral passagem a Banda Desenhada do romance do escritor Raul Pompeia (séc. XIX). “Tungsténio” (Polvo, 2015) é o seu trabalho mais conhecido, premiado e traduzido. Relata-nos uma história que cruza os destinos de um sargento reformado do exército, de um jovem traficante, de um polícia sem escrúpulos e da sua mulher. Um filme está a ser feito no Brasil, baseado no livro. “Talco de vidro” (Polvo,2015) é brutal na forma como nos exibe a saga de Rosângela e vem apenas confirmar Quintanilha como um dos grandes autores mundiais da actualidade. Finalmente, “Hinário Nacional” (Polvo, 2016) é uma colectânea de histórias curtas que representam aspirações e desejos humanos.

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TORMENTA, DE JOÃO SEQUEIRA

(Prémio Melhor Desenho Para Álbum Português 2016)

Projecto e execução de cenografia: Teresa Cardoso e João Nogueira

“Tormenta” é um álbum de banda desenhada que pretende ser um ensaio sobre o tempo, o silêncio e a aceitação. É um livro sem legendas, mas com muito para ler, ao qual temos vontade de voltar regularmente. A mestria de João Sequeira com o pincel volta a ser evidenciada através dos contrastes absolutos e da exploração de sombras e texturas. O trabalho do autor contribui assim para acentuar o impacto emocional desejado.

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MADGERMANES, DE BIRGIT WEYHE

(Prémio “Max and Moritz” no Festival de Erlangen)

Projecto e execução de cenografia: Teresa Cardoso e João Nogueira

“O que constitui a fonte das memórias?” É esta a pergunta que serve de ponto de partida para o livro de Birgit Weyhe’s, Madgermanes, galardoado com o prémio “Max und Moritz” no Erlangen International Comic Salon 2016. As três histórias que fazem parte do livro de Birgit Weyhe são de natureza ficcional, contudo, apresentam momentos da vida real provenientes de memórias que a autora registou num estilo de diário, documental, parecendo cartas enviadas para uma casa distante.

O prémio “Max und Moritz” apresentado pela cidade de Erlangen, é o prémio mais importante para a literatura gráfica no universo alemão. É entregue bianualmente(*) em diferentes categorias por um júri de profissionais independentes durante a Erlangen International Comic Salon e, desempenha uma função fundamental no reconhecimento da banda de desenhada como arte.

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MANA, DE JOANA ESTRELA

(Prémio Melhor Desenhador Português de Livro de Ilustração 2016)

Projecto e execução de cenografia: Catarina Pé-Curto, Claúdia Gaudêncio

Inspirado na relação que Joana Estrela tem com a irmã três anos mais nova, “Mana” surge como uma carta que uma irmã mais velha escreve à sua irmã mais nova, cheia de queixas e lamúrias sobre o comportamento desta. Visualmente cheia de detalhes que remetem para a infância, a história relata episódios com os quais todos os irmãos se podem facilmente identificar – livros riscados e brinquedos partidos – que no decorrer da narrativa dão lugar à partilha carinhosa do dia-a-dia, dos objetos e dos sentimentos.

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O MEU IRMÃO INVISÍVEL, DE ANA PEZ

(Prémio Melhor Desenhador Estrangeiro de Livro de Ilustração)

Projecto e execução de cenografia: Teresa Cortez

Ana Pez gosta de experimentar diversas técnicas e formatos nos seus livros e “O meu Irmão Invisível” não é excepção. Escolhendo entre usar ou não os óculos que acompanham o livro, este conta-nos duas histórias diferentes: o mundo como o conhecemos e uma realidade paralela. Um exercício de genuína criatividade premiado internacionalmente.

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ANO EDITORIAL PORTUGUÊS

Co-comissariado: Sandy Gageiro e Pedro Moura

Design gráfico: V-A

A leitura é um espaço privilegiado em que se nutre o caminho para uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. Celebremos por isso os espaços em que ela tem lugar, refletindo a cada vez maior variedade da oferta.

Na banda desenhada há sobretudo um aumento dos públicos-alvo, englobando áreas de interesses que haviam sido relativamente negligenciados até recente. Há mais livros para o público mais jovem, o público mais maduro, o público feminino.

O escopo temático dos álbuns ilustrados para a infância também tem aumentado de forma corajosa, enfrentando-se questões necessárias de debater com os cidadãos do futuro.

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CONCURSO NACIONAL DE BANDA DESENHADA

O concurso de Banda Desenhada 2017 é promovido pela Câmara Municipal da Amadora. Este ano o tema do concurso foi “Repórter por um Dia” e, como habitualmente, os trabalhos estão em exposição no Fórum Luís de Camões.

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CONCURSO MUNICIPAL DE BANDA DESENHADA E ILUSTRAÇÃO

Câmara Municipal da Amadora promove e apoia toda a dinâmica da utilização da Banda Desenhada nas escolas como auxiliar pedagógico, encontrando, deste modo, eco na relação educativa. Assim sendo, a CMA promoveu o concurso Municipal de Banda Desenhada e Ilustração, dirigido ao 1º e 2º ciclo das escolas do concelho, tendo como tema “A Reportagem das minhas férias”.

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Sangue violeta e outros contos - interiorFERNANDO RELVAS: retrospectiva/outra perspectiva

Galeria Municipal Artur Bual – Casa Aprígio Gomes

28 OUTUBRO a 12 NOVEMBRO

Exposição comissariada por João Miguel Lameiras.

Exposição retrospectiva do autor Fernando Relvas, com pranchas originais, esboços e estudos de personagens e impressões dos trabalhos digitais mais recentes, integrada no 28º Amadora BD – Festival Internacional de Banda Desenhada.

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FIAT – Por estradas e vinhetas

Fiat Motor Village

28 OUTUBRO – 12 NOVEMBRO

Comissariado: Bruno Caetano e Pedro Silva

Poucas são as marcas com o destaque que a Fiat teve ao longo dos anos na 9ª arte. Com modelos diversos, retratados nas mãos de pilotos profissionais, de detetives internacionais à procura de desvendar mistérios, heróis de universos fantásticos ou simples familiares em viagem, são desenhados de forma soberba.

Com traço definido e detalhado ou solto e expressivo, é fácil reconhecer a forma de modelos icónicos como Fiat 500, o Fiat 850 ou mesmo o desportivo e veloz Fiat X1/9. Podemos, numa breve viagem conhecer os nossos heróis e as suas “Belle Macchine”.

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Cidades, The Lisbon Studio

Cidades, The Lisbon StudioBedeteca da Amadora

Até 11 de NOVEMBRO

“É lícito dizer que as histórias são feitas da mesma substância que as cidades: há uma arquitectura de memórias trazidas para o papel, estruturas de fundações mais profundas que as dos prédios. A cidade está em constante mutação, e as memórias, aparentemente fixas em tinta, mudam de acordo com quem as lê, quem as interpreta. Uma história passada numa cidade muda tantas vezes quantas as que é contada, sendo que é contada de cada vez que é lida…” – do prefácio de Filipe Homem Fonseca.

Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos


Mais informações no site oficial: http://amadorabd.com


NOMEADOS PRÉMIOS NACIONAIS DE BANDA DESENHADA

Já é conhecida a lista dos nomeados para os Prémios Nacionais de Banda Desenhada. Este concurso, que decorre no âmbito do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora é, desde 1990, atribuído pela a Câmara Municipal da Amadora e tem por objetivo distinguir os melhores trabalhos de Banda Desenhada realizados ao longo do ano. Em homenagem a António Cardoso Lopes Júnior, diretor do Mosquito e de outras publicações de renome, os troféus atribuídos no concurso PNBD têm o nome de duas personagens do autor Zé Pacóvio e Grilinho e contemplam 10 categorias distintas: melhor álbum português, melhor argumento para álbum português, melhor desenho para álbum português, melhor álbum de autor português em língua estrangeira, melhor álbum estrangeiro, melhor álbum de tiras humorísticas, melhor ilustrador português de livro infantil, melhor ilustrador estrangeiro de livro infantil, prémio clássicos da 9a arte, melhor fanzine.

O Júri composto por Nelson Dona (diretor do Festival), Pedro Moura, Sandy Gageiro, Nuno Saraiva e Leonel Santos nomeou hoje os 5 melhores por categoria.
A lista dos vencedores será divulgada publicamente durante a Cerimónia de Entrega dos Prémios do 28o AmadoraBD – Festival Internacional de Banda Desenhada, no sábado dia 4 de novembro às 19h.

PNBD – melhor álbum português
“Bruma” de Amanda Baeza, editora Chili com Carne
“Cemitério dos Sonhos” de Miguel Peres ET. Al., editora Bicho Carpinteiro
“Deserto /Nuvem” de Francisco Sousa Lobo, editora Chili com Carne
“Lugar Maldito” André Oliveira e João Sequeira, editora Polvo
“No caderno da tangerina” de Rita Alfaiate, editora Escorpião Azul
PNBD– melhor argumento para álbum português
Alvaro “Conversas com putos”, editora Polvo
Amanda Baeza “Bruma” editora Chili com Carne
André Oliveira “Lugar Maldito” editora Polvo
Francisco Sousa lobo “deserto /nuvem” editora Chili com Carne
Rita Alfaiate “no caderno da tangerina” editora Escorpião Azul
PNBD – melhor desenho para álbum português
Amanda Baeza “Bruma”, editora Chili com Carne
Filipe Andrade “Cidades the Lisbon Studio series – 1”, ed. Comic Heart/ g.floy the lisbon studio
Francisco Sousa Lobo “deserto /nuvem”, editora Chili com Carne
João Sequeira “Lugar Maldito” editora Polvo
Jorge Coelho “thrills & spills”, editora Mundo Fantasma
PNBD – melhor álbum de autor português em língua estrangeira
“It’s no longer I that liveth” de Francisco Sousa Lobo, editora Chili com Carne /Mundo Fantasma
“Trump card” de Rudolfo, editora Chile com Carne / Ruru Comix
PNBD – melhor álbum de autor estrangeiro
“O ASTRÁGALO” de Anne-Croline /Pandolfo Terkel Risbjerg, editora g. floy studio
“A casa” de Paco Roca, editora Levoir
“Os ignorantes” de Étienne Davodeau, editora Levoir
“O incrivel mundo de gumball 2” de AA.VV, editora Devir
“Nimona” de Noelle Stevenlon, editora Saída de Emergência
“Parker” de Darwyn Cooke, editora Devir
“Simplesmente Samuel” de Tommi Musturi, editora Mmmnnnrrrg
PNBD – melhor álbum de tiras humorísticas
“Conversas com os putos” de Álvaro, editora Polvo
“Cyanide and happiness: zoo da porrada” de Kis, Rob, Matte & Dave, editora Devir
“A demanda do g “ de Geral e Derradé, editora Polvo
“O mundo de Garfield (1978-1983)” de Jim Davis, editora Verbo/Babel
PNBD– melhor ilustrador português de livro infantil
Filipe Abranches “Alexandre Serpa Pinto o sonhador da África perdida”, editora Imprensa Nacional Casa da Moeda / Pato Lógico
Jaime Ferraz “Máquina”, editora Pato Lógico
Madalena Moniz “Sílvio, guardador de ventos”, editora Caminho Leya
Tiago Albuquerque e Nadia Albuquerque “Sou o lince-ibérico”, editora Imprensa Nacional Casa da Moeda
Yara Kono “Batata chaca chaca”, editora Planeta Tangerina
PNBD – melhor ilustrador estrangeiro de livro infantil
Cynthia Alonso “Aquário”, editora Orfeu Negro
Joan Negrescolor “A cidade dos animais”, editora Orfeu Negro
Jimmy Liao “Noite estrelada”, editora Kalandraka
Manuel Marson “MADRID A minha cidade”, editora Pato Lógico
Michael Lablonde/ Frederique Bertrand “O museu em pijamarama”, editora Kalandraka
PNBD – prémio clássicos da 9ª arte (edição original há mais de 10 anos)
“Fax de Sarajevo” de Joe kubert, editora Levoir
“Fogos e murmúrios” de Mattotti e Kramsky, editora Levoir
“O homem que passeia” de Jiro Taniguchi, editora Levoir
“Miracleman” edição integral de Alan Moore et. al., editora g. floy studio
“O rei macaco” Milo Manara e Silverio Pisu, editora Arte de Autor
“Ronin” de Frank Miller, editora Levoir
“Sandman” (coleção) de Neil Gaiman, editora Levoir
PNBD – melhor fanzine
“Caçadores” Luis Guerreiro, edição de autor
“Freak scene 3” André Pereira, editora Clube Inferno
“h-alt #5” vários autores, editora h-alt
“Sensui” Dois Vês, editora Dois Vês
“Violência electro-doméstica” Xavier Almeida e Pato Bravo, edição de autor

Autores Convidados

26 a 21 de Outubro
Ted Rall – 26 de Outubro a 1 de Novembro
Michael Royer – 24 a 31 de Outubro
Randolph Hoppe – 26 a 30 de Outubro
Thomas Kraft – 25 a 30 de Outubro
Bechara Maalouf – 25 a 30 de Outubro
Marc Tessier – 27 a 31 de Outubro
Stanley Wany – 27 a 31 de Outubro

2 a 7 de Novembro
Jan Bauer – 3 a 6 de Novembro
Joshua Neufeld – 2 a 7 de Novembro
Marcello Quintanilha – 3 a 5 de Novembro
Henrique Magalhães – 3 a 9 de Novembro
Mathieu Sapin – 29 de Outubro a 6 de Novembro
Ana Pez – 2 a 6 de Novembro

7 a 13 de Novembro
Anne Elizabeth Moore – 7 a 13 de Novembro
Dennis Kitchen – 9 a 15 de Novembro
John Layman – 8 a 15 de Novembro
Birgit Weyhe – 10 a 13 de Novembro
Filipe Nunes – 10 a 17 de Novembro
Gustavo Borges – 10 a 17 de Novembro
Grazia LaPadula – 11 a 12 de Novembro

Fonte: AmadoraBD

  James Bond regressa numa série ongoing de banda desenhada!

Hugo Jesus

Co-criador e administrador do Central Comics desde 2001. É também legendador e paginador de banda desenhada, e ocasionalmente argumentista.

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