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Umbra Vol. 4 já se encontra em crowdfunding

A antologia de BD, Umbra #4, já entrou em campanha de crowdfunding para que toda a gente possa apoiar este edição portuguesa multipremiada.

Têm menos de 2 meses para apoiar aqui.

2022 encontra-nos entalados entre a desilusão do passado e o desalento do futuro. A Umbra enfrenta um pesadelo de cada vez, e oferece-nos a velocidade de escape. Junta-te à luz impressa!

Umbra #4
Maquete capa UMBRA#4

A Umbra estende-se, movida a energia negra.

Os territórios conquistados adensam-se, as fronteiras diluem-se, os perigos alastram e contaminam. Os signos da guerra e do tempo desarrumado imperam neste número.

Convidámos o André Oliveira, autor de toda uma série de livros, habituado a explorar os mais diversos matizes complexos das emoções e relações humanas (com HawkTormentaLiving WillLugar Maldito, e outros títulos). A arte está a cargo de Rita Alfaiate, autora do aclamado díptico a solo No Caderno da Tangerina e Tangerina (Escorpião Azul, 2017 e 2019, agora reunidos num só volume), com a sua arte dinâmica e fresca, e enganadoramente clássica.

O artista canadiano Simon Roy, autor da antologia Jan’s Atomic Heart and Other Stories (Image Comics, 2014) e co-autor de Prophet, com Brandon Graham et al. (Image Comics, 2012-2017), e já é repetente nestas páginas, apresenta uma breve memória de uma guerra longínqua, de há muitos anos… no futuro.

O norte-americano James Romberger, autor do importante 7 Miles a Second (Vertigo, 1996, reeditado pela Fantagraphics, 2013), baseado na autobiografia e escrita do artista David Wojnarowicz, e com Marguerite Van Cook, e do mais recente Post York (Dark Horse/Berger Books, 2021) também nos apresenta uma narrativa de guerra futurista.

Capa alternativa UMBRA#4
Capa alternativa UMBRA#4

O francês Réza Benhadj, cuja série “Panzer Tripod” tem sido publicada na famosa revista online Aces Weekly, de David Lloyd, tem trabalhado profissionalmente em variadíssimas frentes do design e ilustração.

Uma distopia de Filipe Abranches, que vai alimentando as suas mais recentes paixões e obsessões nostálgicas, em consonância com todo o projecto Umbra, e outra curta de Pedro Moura, aqui a explorar, da forma mais aterradora até à data na sua lavra, um dos seus pesadelos mais pessoais. A arte aqui é garantida pelo jovem Marco Gomes, autor dos fanzines Cerveja Depressão (Chili Com Carne, 2022) e Lethal Dose (o seu próprio selo Void Books, 2022).

Filipe Abranches, “Torre”

Numa narrativa de historiografia alternativa, um elemento das forças de segurança perde-se nas tramas conspirativas que se urdem perto de uma imensa e misteriosa Torre, erguida numa Lisboa dos anos 80 fustigada por uma pandemia e cataclismos climáticos. Sob a vigilância da Torre, o suspense…

Filipe Abranches - "Torre"
Filipe Abranches – “Torre”

James Romberger, “Lazarus”

Para Hobbes, o estado pré-social da humanidade era o da bellum omnium contra omnes, “a guerra de todos contra todos”. A tecnologia salva ou fecha o ciclo? Joe sabe a resposta, o outro Joe ainda não. Se calhar não convém olhar o inimigo muito de perto, não nos assustemos com o reflexo.

James Romberger, “Lazarus”
James Romberger, “Lazarus”

André Oliveira e Rita Alfaiate, “Nic”

Cuidado ao fugir das responsabilidades da vida, e não olhar para os dois lados ao atravessar a estrada, pois o perigo que nos aguarda pode ser o perigo que instigamos.

André Oliveira e Rita Alfaiate, “Nic”
André Oliveira e Rita Alfaiate, “Nic”

Pedro Moura e Marco Gomes, “As brasas e a lenha”

A guerra é um tempestade que morde tudo em redor. Uma casa é um pequeno bote que singra nas tumultuosas águas, e em perigo protege uma família isolada. Que pode um pai fazer quando os monstros se aproximam?

Pedro Moura e Marco Gomes, “As brasas e a lenha”
Pedro Moura e Marco Gomes, “As brasas e a lenha”

Simon Roy, “O orgulho da República Central”

Já se passaram décadas desde as batalhas de Altamira, mas um jovem investigador quer descobrir os últimos traços dos pilotos de amplificadores. Um passeio pelas montanhas pode desvendar memórias, destroços e até rivalidades. O tempo sara as feridas?

Simon Roy, “O orgulho da República Central”
Simon Roy, “O orgulho da República Central”

Réza Benhadj, “Caranguejo Real – Um caso do Detective Paranormal Francês”

Imaginemos um mundo em que um argumento de William Peter Blatty acabaria realizado por Jean-Pierre Melville e estamos próximos da chave desta história de um detective muito particular cujos casos não são resolvidos com a ponta de um revólver, mas sim de rituais e associações livres. Mas todos os ingredientes constituem um puzzle dramático.

Simon Roy, “O orgulho da República Central”
Simon Roy, “O orgulho da República Central”

Já sabem, para apoiar, visitem a página oficial do crowdfunding PPL.

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