Central Comics

Banda Desenhada, Cinema, Animação, TV, Videojogos

Jogos: Vagante – Análise

Vagante chegou às consolas para provar que está na contenda de novo roguelike que todos irão gostar. Mas será mesmo assim?

Vagante

Primeiramente gostava de admitir ao leitor que o que me chamou principalmente à atenção a primeira vez que vi Vagante foi o seu visual. Quando olhamos a primeira vez ficamos a pensar que se trata apenas de um pixelart genérico, mas, quando começamos a olhar com mais atenção ficamos cada vez mais cativados pelo seu aspeto que consegue transformar um mundo de fantasia em algo belo e que nos deixa com água na boca para jogar. Nesta aventura andamos atrás de um cofre que está numa cave no meio de uma floresta e, sinceramente, pouco mais nos dizem sobre o que realmente procuramos e é este o ponto de partida para entrarmos no jogo.

Como já devem estar fartos de ouvir, considero que roguelike é um género que está demasiado na “moda” pela quantidade absurda de jogos do género que saem por ano. No entanto, este Vagante deixou-me curioso por causa de ser uma aventura cooperativa que podemos jogar até quatro jogadores, tanto localmente como online. Além da progressão que fiz a solo, acabei por jogar um pouco do modo online que é, na minha opinião, o maior atrativo do jogo já que a diversão intensifica-se quando estamos a jogar neste modo e percorremos os níveis gerados com amigos, ou até mesmo, com desconhecidos.

Vagante

A personagem que escolhemos também é bastante importante, devido ao facto de escolhermos tudo desde a nossa classe, à forma como somos e o equipamento que usamos, fazendo com que cada personagem seja diferente de outra que encontremos no mundo do jogo. Mesmo que usemos armas, o grande foco do jogo acaba por ser descobrir magias e preparem-se para verem alguns encantamentos fortes que irão ajudar o jogador ao longo da sua jornada. A descoberta de segredos também é demasiado importante no jogo, já que metade do tempo vamos andar perdidos e podemos deambular para um local de difícil acesso e que não era suposto descobrir assim do nada, o que acaba por incentivar o jogador a procurar ainda mais do que esperava.

Vagante

Em termos de pontos que considero maus, acaba por ser a dificuldade. Atenção, não quero com isto dizer que é o jogo mais difícil do mundo, mas, o que quero dizer é que a probabilidade nos fartarmos por morrermos demasiadas vezes pode ser bastante alta. É um jogo difícil, mas que ao mesmo tempo, tenta ser o mais brando possível com o jogador colocando-o em alhadas que, por muito difíceis de resolver, existem soluções para tal.

Vagante

Resta concluir que, Vagante é um bom roguelike e que apresenta algumas mecânicas capazes de interessar aos jogadores, além do seu visual que irá ser o que chamará mais à atenção.

Nota Final: 7/10

Vagante está disponível para PC,Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e Xbox Series

Desenvolvedor: Nuke Nine

Distribuidor: Blitworks

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.