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Jogos- Ronda de Análises: Super Magbot, MushihimeSama, Minute of Island,The Persistence: Enchanced

Hoje trazemos mais uma ronda de análises a videojogos. Aqui, iremos apresentar entre três a cinco jogos, e pequenas análises sobre os mesmos. Os jogos desta vez serão Super Magbot, MushihimeSama, Minute of Island e The Persistence: Enchanced.

 Super Magbot – Já disponível (PC, Nintendo Switch)

Super Magbot

A Team17 é conhecida por trazer ideias ousadas para a mesa e, desta vez, em conjunto com a Astral Pixel, decidiram trazer uma ideia diferente para os jogos de plataformas, com Super Magbot.

A história que nos contam é que um vilão está a atormentar o sistema de Magnetia e que apenas um herói poderá salvar o sistema. O nome desse herói? Magbot! Se os nomes deixados aqui ainda não denunciaram o que se passa, Magbot é um herói que pode utilizar um poder para controlar polaridades magnéticas, o que fará com que ele possa navegar por vários níveis para salvar o planeta de MagTek (sim, esse é o nome do vilão…a originalidade).

Super Magbot

Para salvarmos o mundo usamos a força para atraír e repelir conforme necessário, já que utilizam a desculpa de que Magbot é demasiado pesado para saltar, tendo assim que colecionar fragmentos de estrelas, para desbloquear outros desafios. Portanto, torna-se assim um jogo que mistura quebra-cabeças com plataformas, de uma forma interessante, mas mal aplicada.

No entanto, podemos dizer que Super Magbot é “salvo” pelo factor nostálgia, já que aplicam gráficos em 16 bits e também uma fantástica banda sonora por parte dos Moonsailor, um coletivo dedicado a fazer este tipo de banda sonoras. No entanto, ao fim ao cabo, Super Magbot é apenas uma experiência que tem uma ideia central interessante, mas que rapidamente perde força.

Nota Final: 5/10

MushihimeSama – Já disponível (Nintendo Switch)

Mushihimesama

MushihimeSama chega à Nintendo Switch para despertar o interesse daqueles que gostam de jogos retro. Mas será que consegue cumprir?

Para começar, convém falar que estamos perante um jogo que já têm uns aninhos, mas que apenas recentemente foi lançada na consola da Nintendo. Falando de um jogo de 2004 que é um bullet hell, o que poderá haver de interessante?

Mushihimesama

Estamos perante um mundo onde criaturas parecidas com insetos chamadas Koju andam na floreta da vila de Hoshifuri. Quando toda a aldeia fica doente, a princesa Reco decide deixar a vila e visitar o Deus dos Kojus. Para tal tem que voar no seu amigo Kiniro, um besouro dourado e lutar contra Kojus agressivos na sua jornada. A história pode parecer básica, mas ao mesmo tempo traz toda uma razão para tudo acontecer.

Não sou o maior fã de bullet hell, mesmo já tendo jogado uma quota parte. No entanto, este aqui puxa qualquer um, especialmente por causa dos seus 3 modos, onde podemos decidir mais ou menos a dificuldade em que queremos jogar, de forma a completarmos a história ao nosso ritmo.

Resta concluir que, MushihimeSama é um jogo com uma história brilhante e uma jogabilidade fantástica, que pode colar qualquer um ao ecrã.

Nota Final: 8/10

Minute of Island – Já disponível (PC, Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch)

Minute of Islands

Minute of Island foi lançado de surpresa durante a E3, provocando assim alguma animação entre os jogadores que preferem jogos de natureza independente.

Percorremos várias ilhas de um arquipélago como Mo. Nesse local vivia uma raça antiga de gigantes que até aos dias de hoje servem como máquinas vitais para a sobrevivência das ilhas. O objetivo de Mo é restaurar os mecanismos escondidos. Mas a questão que se impõe é: será que ela tem tudo o que é preciso para completar tal missão?

Minute of Islands

Antes de mais, gostava de dizer que é uma história simples, mas, ao mesmo tempo intrigante. No fundo, andamos o jogo todo a passear por ilhas enquanto resolvemos uns quebra-cabeças, alguns mais complicados do que outros. Porém, o que importa é mesmo passear e aproveitar a paisagem.

Se há algo que “bate no olho” logo no primeiro momento que colocamos os olhos no jogo é mesmo a animação e os gráficos, que parecem similares a cartoons que podem ser hoje em dia vistos em canais como o Cartoon Network. Mas, também é o que chama mesmo mais a atenção, pois o resto do jogo acaba por se tornar aborrecido por ser sempre mais do mesmo.

Nota Final: 6/10

The Persistence: Enchanced – Já disponível (PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series, Nintendo Switch)

The Persistence

Para terminar esta ronda, temos The Persistence: Enchanced, uma versão “atualizada” do jogo de terror espacial que já foi lançado para demasiadas plataformas.

De forma a ser o mais correto com o leitor, The Persistence é um jogo de terror com variados elementos roguelite, mas que a unica coisa que atualizaram foi melhorar um bocadinho de nada os gráficos, continuando a ser bizarro a forma como o jogamos, sendo que é possível ficar com as mãos a doer depois de algum tempo a jogar esta atrocidade.

The Persistence

Os únicos elementos que salvam o jogo é o facto de o labirinto que é a nave em que estamos, vai mudando ao longo do tempo, criando assim uma sensação de desorientação e fazendo com que cada vez que jogamos o jogo seja uma experiencia diferente. Além disso, existe também a questão de termos a opção de sermos matreiros contra os nossos inimigos.

Fora isso, continua a ser um jogo de terror básico com alguns elementos roguelite e controlos infernais, que vão testar a paciência do jogador.

Nota Final: 3/10

Ficha Técnica:

Super Magbot

Desenvolvedor: Astral Pixel

Editor: Team17

MushihimeSama

Desenvolvedor: CAVE Interactive Co., Ltd

Editor: Live Wire

Minute of Island

Desenvolvedor: Studio Fizbin

Editor: Mixtvision

The Persistence: Enchanced

Desenvolvedor e Editor: Firesprite Ltd

 

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