Ciclo Cinema Francês (3) – Espaço Nimas

De 23 de agosto a 12 setembro podes ver a 3ª coleção do ciclo de cinema francês a decorrer no espaço nimas, em Lisboa

O extenso ciclo dedicado aos grandes realizadores do cinema francês dos anos 30, 40 e 50 está a decorrer de 12 de Julho a 10 de Outubro, no Espaço Nimas, em Lisboa, aqueles que “alimentaram a geração da Nouvelle-Vague”, aqueles que abraçaram o cinema nas “suas expressões mais conscientes”, para usar uma expressão de Serge Daney, aqueles que “mudaram as formas” do cinema e por isso influenciaram todos os outros cineastas.

O Meu Pai Tinha Razão (Mon Père Avait Raison)

de Sacha Guitry

O Meu Pai Tinha Razão

Um arquitecto, deixado pela sua mulher, dedica-se à educação sentimental do seu filho Maurice, esforçando-se por transmitir o seu altruísmo. Anos mais tarde e muitos casos amorosos depois, Maurice apaixona-se por uma jovem rapariga com quem não se atreve a casar por medo de que esta o traia, tal como a sua mãe tinha enganado o seu pai. O que ele não sabe é que é o seu pai que os está a juntar.

O Último Golpe (Touchez Pas Au Grisbi)

de Jacques Becker

O Último Golpe

Depois de desistir da sua vida de gangster, Max está ansioso para passar o resto dos seus dias com a sua bela jovem namorada. Mas quando Riton, o seu melhor amigo e parceiro no crime, deixa os secretos planos de Max escaparem até chegarem a Josy, Max é forçado a regressar ao submundo do crime.

O Carteirista (Pickpocket)

de Robert Bresson

O Carteirista

Em vez de seguir o conselho do seu bom amigo Jacques e procurar um emprego, Michel aventura-se e inicia uma carreira de carteirista. Enquanto carteirista, e apesar das suspeitas do comissário da polícia que o tem em permanente vigilância, Michel vai gradualmente aperfeiçoando as suas técnicas e tornando-se eufórico perante cada novo sucesso.

O Testamento de Orfeu (Le Testament d’Orphée)

de Jean Cocteau

O Testamento de Orfeu

Vestido com o traje de Luís XV, o Poeta encontra fantasmas simbólicos através de uma viagem misteriosa. Sem uma delimitação de espaço e tempo, ele revisita a sua infância, adolescência e velhice, encontra-se com uma cigana, com a sua mãe e com personalidades mitológicas. Numa mistura de realidade e poesia, ele procura uma sabedoria divina que faz a ligação entre as suas obras e as experiências que tem consigo mesmo.

Mais informações em LeopardoFilmes e no nosso artigo acerca do Ciclo de Cinema Francês.

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Tiago Ferreira

Estudante de Cinema e Teatro, Crítico de Cinema, Fotógrafo novato e Cosplayer.

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