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DUKE Vol. 5 – Pistoleiro é o que serás

Duke, de Hermann e Yves H, está de volta às livrarias portuguesas, mesmo a tempo da sua reabertura após momentos mais difíceis da pandemia. 

Duke 5

Duke e o seu acólito Swift atravessam o deserto do sudoeste americano, até à Califórnia, a fim de entregar os 100 000 dólares solicitados pelo consórcio mineiro Soakes & Sears. Mas não estão sós. Liderado pelo feroz Sargento Blair, um esquadrão de Buffalo Soldiers segue no seu encalço, determinado a matá-los e a apoderar-se do dinheiro, como represália por tudo o que os seus companheiros afro-americanos sofreram na História dos Estados Unidos.

A única hipótese de sobrevivência de Duke é alcançar um rancho perdido no meio do deserto, onde vive um homem a quem ele, outrora, salvou a vida…

DUKE Vol. 5 – Pistoleiro é o que serás
Autores: Hermann & Yves H.
Arte de Autor
Edição: Cartonada
Número de páginas: 56 a cores
Impressão: a cores
Data de Edição: Março 2021
ISBN: 978-989-54827-7-1
PVP: 16,50€

Hermann Huppen

Nasceu na Bélgica em Julho de 1938. Após uma permanência de 3 anos no Canadá, regressa a Bruxelas e casa-se. Em 1966 Herman começa a ilustrar Bernad Prince, uma série escrita por Greg e que é publicada na revista Tintin.

Depois de uma incursão na série Jugurtha (1967), da qual desenha os dois primeiros tomos, Hermann retoma a colaboração com Greg em Comanche, série que surge em Dezembro de 1969. Hermann, que recebeu várias distinções ao longo da sua carreira, foi em 2016 distinguido com o Grande Prémio do Festival de Banda Desenhada de Angoulême.

O 1º álbum da série DUKE foi publicado em Portugal em Outubro 2017.

Yves H.

nasceu sob o signo da 9.ª arte, precisamente um ano após o seu pai Hermann ter iniciado a carreira prestigiosa que conhecemos. Muito atraído pelo ofício fabuloso do contador de histórias, o jovem Yves vira-se primeiro para o cinema, e devora as obras de Terry Gilliam, Woody Allen ou dos irmãos Coen. Mas Yves H. sonha com histórias «de género», do género que exige os meios faraónicos de Hollywood para serem convenientemente postas em cena, um entrave que não existe na banda desenhada. É então, em 1995, que se lança nas pranchas com Le Secret des hommes-chiens, que realiza sozinho, embora o seu pai assuma responsabilidade pela cor. Mas longe de ser um simples «apadrinhamento», esta colaboração vai reforçar-se ao longo dos anos. Considerando-se mais narrador do que desenhador, volta-se exclusivamente para o argumento, e escreve principalmente para Hermann, que arrasta para os seus universos variados, que vão da pirataria ao filme negro dos anos 30, passando pelo mito de Drácula. Juntos, os dois alcançam uma «nova osmose», encontrando uma narração que só a eles pertence.

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