Lançamento BD: Islander – 1: O Exílio
Uma Europa em colapso, um homem sem nada a perder e um enigma chamado Islander. Um thriller gelado onde sobrevivência e identidade colidem.
O continente europeu encontra-se devastado por sucessivas catástrofes, levando multidões de refugiados a concentrarem-se no porto de Le Havre, último ponto de passagem para uma salvação incerta. A Islândia permanece, por agora, resguardada. Mas até quando poderá resistir?
Entre os desesperados está Liam, um homem que perdeu tudo e que arrisca tudo ao roubar o passaporte de uma migrante, acreditando que esta é a sua única hipótese de fuga. O que Liam desconhece é que a Islândia vive igualmente dividida perante a chegada de refugiados e que a identidade que acaba de tomar pertence a uma mulher envolvida num projeto tão secreto quanto inquietante: Islander.
Abalado pelo colapso global, Liam vê-se subitamente atirado para o centro de um plano misterioso que poderá significar a sua redenção — se ele e os seus novos aliados conseguirem sobreviver à teia política, social e humana que os rodeia.
Depois de Sangoma, a dupla Caryl Férey e Corentin Rouge regressa com uma trilogia de alta tensão. Trata-se de um relato de antecipação extremamente realista que nos conduz a territórios gelados onde esperança, consciência política e dramas íntimos se entrelaçam. Os autores subvertem a ordem global num primeiro volume tão emocionante quanto premonitório.
Caryl Férey
Escritor e argumentista francês, Caryl Férey é também um viajante incansável. Depois de percorrer o sul da Europa de motocicleta, deu a volta ao mundo aos 21 anos, incluindo uma estadia na Nova Zelândia que inspirou obras como Haka (1998) e Utu (2004).
Além de romances policiais, escreve para crianças, música, teatro e rádio, dedicando-se hoje inteiramente à literatura. Recebeu o Prémio SNCF de Romance Policial 2005 e múltiplas distinções por Zulu (2008), obra que ultrapassou os 300 mil exemplares.
A sua ligação à banda desenhada intensificou-se com Maori (2013), realizada em parceria com Giuseppe Camuncoli. Seguiram-se títulos como Mapuche (2012), vencedor de vários prémios, bem como Condor (2016), Plus jamais seul (2018), Paz (2019) e Lëd (2021). Em 2021, juntou-se ao catálogo da Glénat com Sangoma, ilustrado por Corentin Rouge. Em 2024, regressa à sua aldeia natal como inspiração para o romance Magali, publicado pela Robert Laffont.
Corentin Rouge
Autor de banda desenhada, nascido em Paris em 1983, Corentin Rouge formou-se na École Supérieure des Arts Décoratifs. Iniciou carreira em 2004 com uma história curta na revista Métal Hurlant.
Desde então, tornou-se um nome sólido na BD europeia, assinando obras como Milan K. — cujo primeiro volume foi nomeado no Festival de Angoulême — e o one shot Juarez. Em 2016 publicou um volume da série XIII Mystery, seguido da série Rio, criada com Louise Garcia para a Glénat.
O seu estilo gráfico aproxima-se dos grandes mestres do realismo clássico, como Hermann, François Boucq, Rossi ou Jean Giraud, destacando-se pela força visual, precisão narrativa e dinamismo das suas composições.
Ficha Técnica
Argumento: Caryl Férey
Desenho: Corentin Rouge
Edição: Cartonada
Número de páginas: 160
Impressão: Cores
Formato: 232 × 310
PVP: 33€
Editor: Arte de Autor
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Co-criador e administrador do Central Comics desde 2001. É também legendador e paginador de banda desenhada, e ocasionalmente argumentista.





