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Lucky Luke: A Arca de Rantanplan

O novo álbum de Lucky Luke, “A Arca de Rantanplan”, será lançado em Portugal no dia 21 de outubro pelas Edições ASA. Vejam aqui todos os detalhes e as primeiras pranchas!

Lucky Luke: A Arca de Rantanplan

Imagina um faroeste onde os caçadores já não vendem peles, os índios já não caçam bisontes e os cowboys já não comem carne. Sê bem-vindo a Veggie Town!

A partir da história verídica da criação da Sociedade Protetora dos Animais na América, A Arca de Rantanplan projeta o nosso Lucky Luke num Texas convertido ao respeito pelos animais… para o bem e para o mal.

Lucky Luke: A Arca de Rantanplan

A História:

Quando Lucky Luke encontra num lugarejo perdido no Texas um certo Ovide Byrde, sonhador inveterado que recolhe na sua quinta animais abandonados ou feridos, o nosso cowboy assume a sua defesa face à chacota e à perseguição de que ele é alvo. A brutalidade a que são submetidos os animais selvagens e domésticos, bem como a indiferença do homem para com o seu destino, fazem parte da cultura do faroeste.

 

Todavia, quando Byrde descobre ouro e se torna de repente dono de uma riqueza colossal, a situação muda radicalmente: manipulado por um bandido sem escrúpulos, vai transformar-se hum tirano que aterroriza a região em nome do bem-estar animal! Conseguirá Lucky Luke restabelecer a justiça sem prejudicar os animais?

Lucky Luke: A Arca de Rantanplan

Um amigo dos animais que contrata um bando de malfeitores vegetarianos, um Rantanplan transformado em mascote contra a sua vontade e um Lucky Luke justiceiro com a tarefa de reconciliar todas as partes… Com um tema mais atual do que nunca, este novo álbum mergulha-nos numa frenética aventura repleta de pelos, penas e alcatrão!

Lucky Luke: A Arca de Rantanplan

As Aventuras de Lucky Luke
segundo Morris
Vol. 10 – A Arca de Rantanplan
Edições ASA
Argumento: Jul
Desenho: Achdé
Cor: Mel Acryl’ink
48 págs. – capa dura
PVP: 11,90€

1866: HENRY BERGH

1866 : HENRY BERGHFilantropo preocupado com a proteção animal, funda a primeira SPA americana e leva a cabo uma digressão pelo Oeste do país para promover o respeito pelos animais…
Baseando-se nesta história verídica, Jul e Achdé criaram uma aventura hilariante em que todo o Oeste selvagem é atingido por estas novas ideias.

OS ÁLBUNS DE JUL E ACHDÉ

Depois dos judeus (A Terra Prometida), dos franceses (Um Cowboy em Paris), dos negros (Um Cowboy no Negócio do Algodão), eis os vegetarianos! A Arca de Rantanplan aborda um tema inédito e apaixonante, sobre o qual o homem que dispara mais rápido do que a sua própria sombra consegue posicionar-se com isenção.

Malícia, ação, profundidade histórica e gosto pelos gags: todos os ingredientes dos grandes Lucky Luke estão aqui presentes. Caça, vegetarianismo, criação de animais… Dando a conhecer as raízes históricas de um movimento que continua a agitar a nossa sociedade, este álbum faz-nos refletir, com uma enorme gargalhada, sobre estas questões hoje em dia cruciais.

 

ADOÇÃO

Que grande contraste entre uma velhinha
amiga de gatos e um bando de malfeitores
desalmados dispostos a acabar com quem se
meter no seu caminho! Mas o faroeste é a terra
de todas as surpresas e Cattle Gulch, rebatizada
Veggie Town, decidiu converter os mais
impiedosos celerados ao amor pelos animais
de pelo ou de penas. Gatinhos, cachorrinhos,
canários, tartarugas ou porquinhos-da-índia:
os candidatos à adoção subvertem os códigos
do western… Irá o próprio Lucky Luke
adotar uma “pobre cobaia solitária”?

CARNE


É difícil imaginar um Faroeste sem manadas
de gado a perder de vista, escoltadas por robustos
cowboys: ainda que Lucky Luke seja
um cowboy exemplar, o fim do bife com batatas
fritas servido ao balcão do saloon significaria
para ele e para os colegas o desemprego
certinho! Todavia, Ovide Byrde, quiçá
muito à frente do seu tempo, está convencido
do contrário: se Lucky Luke conseguiu deixar
de fumar, poderia também acabar por deixar
de comer carne!

ÍNDIOS


Uma tribo obrigada a adotar legumes como
totens, o filho do chefe chamado “Coiote
Faminto” decidindo mudar de nome para
“Rabanete Ágil”, a proibição de caçar bisontes
e de comer pemmican: já nada é como
dantes para os Comanches! E como muitas
vezes acontece, são os papooses que fazem
soprar pela pradaria os ventos da revolução…

JOLLY JUMPER


Inteligente, corajoso, sobredotado: Jolly
Jumper tem tudo para ser o cavalo ideal.
Verdadeiro génio que livra Lucky Luke das
piores situações, tem contudo mais do que
um defeito: ciumento quando Lucky Luke
dá mais atenção a outros animais, não tem
a menor paciência para com o idiota do
Rantanplan. “Superego” trocista de Lucky
Luke, poderia também ele sentir-se tentado
a revolucionar tudo e todos, na senda da revolução
animalista: e se desta vez fosse ele a
partir assobiando em direção ao sol poente,
sem ninguém no dorso?

POLÉMICAS


A caça, o vegetarianismo, a criação de gado
ou a adoção de animais são eternos motivos
de discussão entre amigos e em família. O
que pode haver de mais sangrento do que
uma disputa entre fãs inveterados de um bom
bife e defensores incondicionais do bem-estar
animal? Entre os aficionados de touradas
e caçadas e os protetores da natureza e dos
animais o fosso é mais profundo do que o que
separa os Rivais de Painful Gulch… Conseguirá
Lucky Luke reconciliar toda a gente e encontrar
um meio-termo? Graças a esta nova aventura,
nunca mais o debate será o mesmo!

RANTANPLAN


Após anos de ausência, este álbum assinala
o grande regresso do cão dotado de uma
estupidez lendária, sósia canino de Averell
Dalton… Continuando a não dar uma para
a caixa, mas com esporádicos lampejos de
génio, Rantanplan é um poderoso recurso
cómico. É ele que, por erro, vai descobrir ouro
e com isso desencadear o desvario de Ovide
Byrde, tornando-se sem querer a mascote
de uma SPA que usa métodos bem radicais.

SPA


Com a criação em 1866 da USPCA, Sociedade
Americana de Prevenção contra a Crueldade
para com os Animais, Henry Bergh é o fundador
do movimento de proteção animal nos
Estados Unidos. Chocado com a brutalidade
dos cocheiros de Nova Iorque para com os
seus cavalos, vai consagrar a sua vida a esta
causa, financiada por um bilionário de origem
francesa consumido pelos remorsos de ter
feito fortuna graças ao comércio de peles de
animais.

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