IndieLisboa – Programa 28 de abril 2018

Dia 28 de abril ocorre o 3º dia do IndieLisboa 2018. Abaixo podes ler toda a programação, que inclui IndieJúnior, a Competição Internacional, a Competição Nacional, Silvestre, Novíssimos, IndieMusic e o IndieByNight.

>>mais info do dia 28 de abril no website oficial do IndieLisboa<<

11h30 – Ilhas e Outras Geografias +6

Cinema Ideal

As Ilhas Gémeas

As Ilhas Gémeas, Charlotte Sarfati, Christine Jaudoin, Fanny Teisson, Lara Cochetel, Manon Sailly, Raphaël Huot

 

Príncipe Ki-Ki-Do – História de Inverno, Grega MastnakAnimação, 2017, 5′

O Inverno chegou à floresta de Ki-Ki-Do. O porco Rozi tenta ajudar os vários animais tricotando roupas quentes. Mas elas ora são muito grandes, ora muito pequenas. Mas o príncipe Ki-Ki-Do, com a ajuda de mosquitos de tigre, encontra uma solução.

O Cozinheiro, Stella Raith

Animação, 2016, 3′

Um chef contra o seu crepe. Quem ganhará?

O Nariz de Gelo, Joel Hofmann, Veronica L. Montaño

Animação, 2017, 8′

Moco vive num sítio bem gelado, o frio faz com que o seu nariz esteja sempre cheio de ranhocas e torna-se difícil respirar.

As Ilhas Gémeas, Charlotte Sarfati, Christine Jaudoin, Fanny Teisson, Lara Cochetel, Manon Sailly, Raphaël Huot

Animação, 2017, 7′
A Ilha Gémea Oriental e a Ilha Gémea Ocidental são governadas por dois reis, onde os habitantes seguem o culto da simetria. Portanto, tudo acontece em duplicado. Mas um dia, a rainha da Ilha Gémea Ocidental dá à luz um filho único, para desgosto do seu marido.

A Caça, Alexey Alekseev

Animação, 2017, 6′
As tristezas de um caçador míope e inofensivo que leva, sem querer, um coelho para para o ajudar, em vez do seu habitual cão.

O Apartamento de Sábado, Jeon Seungbae

Animação, 2018, 8′
Num apartamento cinco familiares mal aguentam os barulhos que vêm dos outros andares.

Ilha, Max Mörtl, Robert Löbel

Animação, 2017, 3′
Numa pequena ilha, um monte de criaturas exóticas anda aos encontrões.

Corvo Branco, Miran Miosic

Animação, 2018, 9′

O corvo branco destaca-se do seu bando, composto por corvos negros. Os outros riem-se dele e tratam-no mal. Mas quando a poluição altera o seu ambiente, é o corvo branco que consegue encontrar uma solução que melhora a vida de todos.

IndieJúnior – Eu faço cartazes de cinema!

IndieJúnior – Eu faço cartazes de cinema!

IndieJúnior – Eu faço cartazes de cinema!

  
28/04/2018 • 14:30 • Biblioteca Palácio Galveias – Sala de oficinas
5€

Os cartazes de cinema são sempre muito giros e nesta oficina quem os vai fazer és tu. Que elementos colocar? E que cores? Através da impressão em serigrafia a partir de stencil, e com muita imaginação, os cartazes de cinema que vão sair desta oficina prometem ser o sucesso do festival!

Bilhete: 5€ • Lotação limitada • 6-12 anos • 60 minutos
Inscrição: hello@volta-oc.pt, +351 932 826 402

 

15h00 – The Four Sisters

Cinema São Jorge – Sala 3

The Four Sisters

The four sisters

Documentário, 2017, 274′

Claude Lanzmann, provavelmente o maior documentarista vivo e autor do monumental Shoaapresenta Les quatre soeurs: Paula Biren, Ruth Elias, Ada Lichtman e Hanna Marton. Quatro mulheres judias que testemunharam e sobreviveram aos horrores do holocausto. Lanzmann dá-lhes a palavra, uma hora dedicada à história de cada uma, para que aquilo que viram e aquilo que ainda lembram fique registado. Mas o que têm elas em comum, além do referido sofrimento? A sua inteligência, o seu discurso incisivo e directo que rejeita qualquer falácia retórica ou pretensão. Numa palavra: o seu idealismo.

15h30 –Elettra, Tonino de Bernardi

Cinemateca Portuguesa

Museu do Cinema – Sala Félix Ribeiro

Elettra

Elettra

Ficção, 1987, 94′

Profundamente ligado à literatura e à música, à arte de um modo geral, o trabalho de Tonino De Bernardi em cinema vem de meados dos anos 60 assumindo o seu percurso inicial um lado experimental, e assinalavelmente prolífero, marcado pela influência dos movimentos de vanguarda e do cinema independente americano da década de 70. Elettra, filmado a partir da tragédia de Sófocles, é o título normalmente referido como a sua “primeira longa metragem oficial”, interpretada por actores não profissionais de Casalborgone e produzida pela RAI.(A partir do texto da Cinemateca Portuguesa)

16h00 – Strá… Tum… Pschh, dois bateristas dão som aos filmes

Culturgest Grande Auditório

Strá… Tum… Pschh, dois bateristas dão som aos filmes

Strá… Tum… Pschh, dois bateristas dão som aos filmes

um… tum… pschh… pschh… strá… tum… pschh. No palco, um ecrã de cinema e duas baterias muito atentas e divertidas. Enquanto as curtas metragens são projectadas, Quim Albergaria e Ricardo Martins dão som às imagens, captando o ritmo das histórias e reinventando as peripécias do enredo. Um diálogo único e irrepetível entre cinema e música, numa sessão mágica para o pequeno e grande público.

Baterista dos Paus, Quim Albergaria está habituado às exigências do público de palmo e meio: tem uma filha a quem dá música todos os dias. E Ricardo Martins, baterista que já tocou com inúmeras bandas, actualmente nos Pop dell’Arte, traz a experiência do ensino. A sessão abre com A Febre do Xadrez, (realizado por Vsevolod Pudovkin e Nikolai Shpikovsky) uma inesperada comédia soviética sobre a obsessão dos russos pelo jogo de tabuleiro, seguindo-se Polícias, um dos mais trepidantes filmes de perseguição do grande Buster Keaton. Duas obras primas do cinema mudo para rever ou descobrir ao som de duas baterias. Tum… tum… pschh… pschh… strá… tum… pschh. A sessão vai começar.

16h30 – Novíssimos Curtas 1

Cinema São Jorge – Sala Manoel de Oliveira

Cinema São Jorge - Sala Manoel de Oliveira

Flor do Gás, João Castela

O Peso dos Dias, Júlio F. R. Costa

A Vida Aqui Está Vista? Filipe Carvalho

Flor do Gás, João Castela

Fugiu. Deitou-se. Caí. Bruno Carnide

Terra Besta, Hugo Magro

Fogo de Artifício, Clara Jost

16h30 –  Histórias de Macau Curtas

Culturgest – Pequeno Auditório

Illegalist, Penny Lam

Illegalist, Penny Lam

Between the Lies, Leong Kin, Lou Kai Chou

Pass On, Benz Wong

Illegalist, Penny Lam

KaCha, Deam Zhou, Sam Kin Han

18h30 – Funeral Parade of Roses

Cinema Ideal

Funeral Parade of Roses

Funeral Parade of Roses

Ficção, 1969, 105′

Funeral Parade of Roses é uma obra-prima da nova vaga japonesa que agora o IndieLisboa exibe, num restauro em 4k, homenageando o genial Toshio Matsumoto, falecido o ano passado. Um mergulho de cabeça no mundo nocturno das drag queens de Tóquio dos anos 60, onde a droga, o álcool e o sexo se consumiam sem moderação. Uma torrente de géneros e temporalidades (naquela que era a primeira longa do realizador) que mistura a ficção, o documentário e a animação. Filme marcante do cinema queer, onde o próprio Stanley Kubrick admitiu vir beber inspiração para A Cloclwork Orange.

18h30 – Bostofrio, où le ciel rejoint la terre

Culturgest – Grande Auditório

Bostofrio, où le ciel rejoint la terre

Documentário, 2018, 70′

Bostofrio é uma pequena aldeia no concelho de Boticas, distrito de Vila Real. É de lá que vem a família de Paulo Carneiro (colaborador habitual de João Viana e assistente de realização deOur Madness).Bostofrioé composto por uma série de entrevistas, tão íntimas quanto divertidas, nas quais é o próprio realizador que se implica na acção e questiona os habitantes (muitos deles, seus familiares) sobre quem era, e como era, o seu avô. Nesta investigação, que simultaneamente observa os gestos do trabalho enquanto puxa pela língua das gentes, levanta-se o véu de uma ruralidade ainda cheia de segredos e meias verdades.

18h45 – The Resolute

Culturgest – Pequeno Auditório

Il risoluto

Il risoluto

Documentário, 2017, 159′

Piero passa os dias da reforma a jardinar, a ver televisão, a ler e a cantar no coro da igreja. No entanto, na cave da sua casa, encontra-se com o realizador Giovanni Donfrancesco para falar das suas memórias. A câmara fá-lo recordar os tempos da Decima MAS, uma das mais violentas milícias do fascismo italiano. Como chega a afirmar, “Não era um grupo militar, era um gangue”. Das conversas tece-se um jogo de mitificações, egos e memórias que ilustram um arrepiante passado, ainda muito mal “resolvido”. Um passado repleto de segredos e revelações, entre elas o paradeiro do tesouro de Mussolini.

19h00 –  Hip to da Hop

Cinema São Jorge – Sala Manoel de Oliveira

Hip to da Hop

Documentário, 2018, 108′

Em Hip to da Hop a dupla de realizadores António Freitas e Fábio Silva percorre o território português à procura das diferentes manifestações da cultura do hip hop, focando-se nas quatro vertentes principais do movimento: o rap, o DJ, o breakdance e o graffiti. Do sul às ilhas, passando pelo microclima do Porto, este é um documentário que procura compreender de que modo cada artista “se apropria do seu país de diferentes formas”. Inclui dezenas de entrevistas a nomes maiores do panorama nacional, entre eles, Mundo Segundo, Orelha Negra, NBC, Slow J, DJ Ride, Stereossauro, Bdjoy, TNT, Sanryse ou Sensei D.

19h00 –  Galileo’s Thermometer

Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema – Sala Félix Ribeiro

O Termómetro de GalileuDocumentário, 2018, 105′

O mais recente filme de Teresa Villaverde (cujo Colo foi o filme de abertura o ano passado) é um retrato de amigos e de cumplicidades, um encontro proporcionado pelo cinema que vai para lá do cinema, e começa com imagens do realizador italiano Tonino De Bernardi e imagens de Elettra, título fundamental da sua singular filmografia iniciada em finais dos anos 60. “Filmado em Itália com a família do cineasta Tonino De Bernardi, um filme sobre a transmissão entre gerações, sobre o respeito que todos têm uns pelos outros, pela vida, e pela arte.”(A partir do texto da Cinemateca Portuguesa)

20h30 – The Lion Sleeps Tonight

Cinema Ideal

The Lion Sleeps Tonight

Ficção, 2017, 103′

Nobuhiro Suwa (Herói Independente do IndieLisboa 2006) é autor de uma obra de produção atípica e Le Lion est mort ce soir marca o regresso do realizador japonês depois de um interregno de oito anos. O filme, protagonizado por Jean-Pierre Léaud, rouba o título à famosa canção dos The Tokens. Léaud interpreta Jean, um actor cuja cena de morte é interrompida por um problema na rodagem, o que o leva a deambular pelas redondezas acabando num filme de terror caseiro que um grupo de crianças está a fazer. Suwa parece fazer aqui o inverso (em cores vivas e cheias de alegria) do último filme de Albert Serra, La mort de Louis XIV.

21h30 – Zama

Culturgest – Grande Auditório

Zama

Zama

Ficção, 2017, 115′

O regresso de Lucrecia Martel à longa, depois de quase uma década de interrupção, adapta o romance de Antonio Di Benedetto escrito em 1956, sobre Don Diego de Zama, um oficial de Espanha do século XVII. Mas em Zama o regresso ao passado é um movimento irreverente, anti-historicista e profundamente subversivo. Uma viagem delirante a um passado onde se encontra o gérmen de uma identidade latino-americana fundada nos modos do colonialismo. Esta co-produção portuguesa (com direcção de fotografia de Rui Poças) foi considerada o melhor filme de 2017 por um conjunto de 135 programadores, críticos e cineastas de todo o mundo.

21h30 –  Du côté d’Orouët

Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema – Sala Félix Ribeiro

Du côté d’Orouët

Du côté d’Orouët

Ficção, 1971, 150′

A segunda longa de Rozier foi o seu primeiro filme com som directo. Numa descrição brevíssima que lhe passa ao lado, é o filme em que três raparigas passam umas férias de verão à beira-mar. Rodado em 16 mm, especialmente atento aos exteriores do cenário marítimo e às cores fortes que casam com o mar, a casa, a juventude das raparigas e dos rapazes, Du côté d’Orouët propõe uma crónica sentimental ao correr dos dias. Foi mostrado em Cannes em 1971, mas só estreou verdadeiramente em Paris, em 1996, em 35 mm, quase trinta anos depois ter sido concluído.(A partir do texto da Cinemateca Portuguesa)

21h30 – Ryuichi Sakamoto: Coda

Cinema São Jorge – Sala 3

Ryuichi Sakamoto: Coda

Ryuichi Sakamoto: Coda

Ao longo de uma carreira de mais de quatro décadas, Ryuichi Sakamoto passou de ícone pop do Japão ao mais importante activista contra a utilização de energia nuclear, após o desastre de Fukushima. Uma carreira que inclui um Óscar, pela melhor banda sonora de O Último Imperador, tendo composto também para realizadores como Nagisa Ôshima, Pedro Almodóvar ou Alejandro Iñarritu. Na sequência de um cancro, o músico regressa ao trabalho (com consciência que talvez seja esta a sua derradeira obra) e o realizador Stephen Schible oferece-nos um retrato íntimo do homem e do seu processo criativo.

21h45  – COMPETIÇÃO NACIONAL Curtas 2

Cinema São Jorge – Sala Manoel de Oliveira

Sleepwalk Filipe Melo

Sleepwalk, Filipe Melo

Sleepwalk, Filipe Melo

The Great Attractor, Rita Figueiredo

Fortuna, Miguel Tavares

Os Mortos, Gonçalo Robalo

22h15 – Dream On Silvestre Curtas 1

Culturgest – Pequeno Auditório

Accidence

Accidence

Accidence, Evan Johnson, Galen Johnson, Guy Maddin

Wrong Revision, Yu Araki

Super Taboo, Hui-Yu Su

A Brief Spark Bookended by Darkness, Brent Green

Dialogue du tigre, Matthew Wolkow

T.R.A.P, Manque La Banca

3 Peonies, Stephanie Barber

22h30 – Maratona boca do Inferno

Cinema Ideal

Vanità Kevin Pontuti

Vanità
Kevin Pontuti

Hard Way – The Action Musical, Daniel VogelmannMutafukazGuillaume Renard, Shôjirô Nishimi

Cream, Lena Ólafsdóttir

Coyote, Lorenz Wunderle

Vanità, Kevin Pontuti

La nuit a dévoré le monde, Dominique Rocher

Touche dièse, Erwan Alepée

La vie sauvage, Laure Bourdon Zarader

Catcalls, Kate Dolan

Laissez bronzer les cadavres, Hélène Cattet, Bruno Forzani

23h00 – IndiebyNight – Hip to da Hop after party

Casa Independente
5€

IndiebyNight – Hip to da Hop after party

IndiebyNight – Hip to da Hop after party

LINE-UP:

Sleep在Patterns (live) <hip hop>
Lost Soul (live) <hip hop>
Silab n Jay Fella (live) <hip hop>

Filme relacionado – Hip to da Hop, de António Freitas e Fábio Silva (IndieMusic)

Noite de celebração da cultura hip hop. Cláudio e Rafael assinam como Sleep在Patterns e Lost Soul, respectivamente, e fizeram a banda sonora original do filme Hip to da Hop.  Silab n Jay Fella é uma dupla da margem sul, exímios contadores de histórias e fiéis ao estilo boom bap old school. Uma noite de ritmo em que é provável que apareçam espontaneamente alguns b boys e b girls para uns passos de breakdance.

23h30 – French Waves

Cinema São Jorge – Sala 3

French Waves

Documentário, 2017, 88′

A música electrónicafrancesa é um dos fenómenos populares mais marcantes dos últimos 20 anos. Partindo das origens americanas do techno e do house e passado pelo tempo das raves ilegais, French Waves procura descrever o french touch que transformou a música electrónica num movimento global. Mas este não é um mero documentário, é o primeiro objecto transmedia dedicado a este tema: composto por um filme, uma série, uma tourné e um site imersivo que ilustram décadas de história. Inclui a participação de dezenas de artistas,dos mais consagrados às grandes revelações mais recentes como Laurent Garnier, Jacques, Pedro Winter, Rone, Breakbot, Bob Sinclar ou o americano Carl Craig.

>>mais info do dia 28 de abril no website oficial do IndieLisboa<<

  Cinema: Crítica - Uma Nação, Um Rei (2019)

Tiago Ferreira

Estudante de Cinema e Teatro, Crítico de Cinema, Fotógrafo novato e Cosplayer.

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