Lá vou ter eu de discordar.
A ilustração em si foi complicado, não queríamos usar as antigas capas do BD Jornal e não queríamos cair em excesso.
Tinha de ser vermelha,
Ora bem num univeros livreiro onde tudo utiliza o vermelho e o preto, podes crer que a cor que mais chamaria a atenção seria o branco (ver Elektra Lives da BD Mania e Sketchbook #1)
tinha de ter a Bia e o David e de se destacar no meio de tantos outros. A simplicidade foi portanto propositada pois se olharem para o BRK no meio de dezenas de outros livros é fácil de identificar.
Esta foi a pior desculpa que já ouvi para não ter de admitir que não vos apeteceu muito pensar num design mais arrojado.
Decerto conhecerás a arte de Seth Fisher e do Franq Quitely, certo?
Ide ver as capas destes dois artistas e depois diz-me lá se faz mal algum ter uma capa mais detalhada.
Eu olho para a capa do BRK e penso em: Rob Liefield.
Se o livro tiver uma segunda edição (estou a torcer para que a primeira esgote e que tenha direito a segunda), espero que tenha uma capa melhor.
Quem não conhece o livro vai ver 2 personagens e perguntar "que merda é esta?" e pelo menos vai ver o que é (ou achamos nós que vai).
Sim, vai dizer: "Que m3rd@ é esta, o catálogo da LaRedoute ilustrado?"
Se tivéssemos metido uma explosão ou um cenário qualquer ficaria logo conotado a isso mesmo e tirava um bocado do "mistério" de não dizer na capa sobre o que é e obrigar as pessoas a pegar e abrir o livro.
Mas quem é que falou em explosões? Com o logotipo apenas conseguia fazer-se uma capa excelente, dependendo da maneira como o apresentavas e inserido no quê.
Alguém ofereça "o" livro do Will Eisner a este senhor.
