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Tricotar no cinema? “Cinema e Agulhas” tem nova data

Tricotar, fazer croché ou bordar enquanto se vê um filme vai voltar a ser possível em Lisboa já no próximo dia 17 de maio. A iniciativa “Cinema e Agulhas” regressa aos Cinemas NOS do Centro Vasco da Gama, depois de sessões esgotadas em março, com a promessa de transformar uma ida ao cinema numa experiência criativa e partilhada.

Cinema e Agulhas

Criado por Patrícia Santos, responsável pela retrosaria Talica, o evento convida entusiastas dos trabalhos manuais a levarem os seus projetos para a sala de cinema. O encontro está marcado para as 10h15 e a sessão começa às 10h45, sendo que o filme escolhido será anunciado dias antes. O bilhete tem o custo de 20 euros e inclui a participação na atividade.

A sala será preparada com iluminação adaptada, pensada para permitir que os participantes possam tricotar ou bordar confortavelmente durante a exibição. A proposta vai além do simples visionamento de um filme, apostando numa experiência de comunidade e partilha, onde o público divide a atenção entre o ecrã e os projetos que ganham forma nas mãos.

Cinema e Agulhas

A iniciativa acompanha uma tendência crescente associada ao “slow living”, que valoriza o abrandamento do ritmo diário e o regresso a práticas manuais como forma de bem-estar e expressão criativa. Cada sessão inclui ainda surpresas pensadas para os participantes, reforçando o caráter descontraído e social do evento.

“Está a ser incrível promover estes momentos de convívio e partilha, onde todas vibramos por uma paixão comum. Dividimos a atenção entre o filme e o que estamos a criar, enquanto espreitamos o trabalho das outras pessoas à nossa volta”, explica Patrícia Santos, sublinhando o entusiasmo gerado pelas primeiras edições.

A estreia do “Cinema e Agulhas” aconteceu a 8 de março, no Centro Vasco da Gama, assinalando o Dia Internacional da Mulher. Depois de uma passagem pelo Porto, a iniciativa regressa agora ao espaço onde nasceu, consolidando-se como uma proposta original que cruza cultura, lazer e criatividade.

Ricardo Lopes

Começou a caminhar nos alicerces de uma sala de cinema, cresceu entre cartazes de filmes e película. E o trabalho no meio audiovisual aconteceu naturalmente, estando presente desde a pré-produção até à exibição.

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