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Duke Volume 6: Para Lá Da Pista

“Duke” é sempre uma das esperadas séries de banda desenhada do velho oeste, que esperamos no primeiro trimestre de cada ano, e o volume 6, “Para Lá Da Pista”, deverá chegar a 16 de Fevereiro

Postos em fuga no episódio anterior, o sargento Bair e o seu braço direito, o cabo Copeland, conseguiram recuperar alguns homens para juntar à sua causa.

Duke e Swift são apanhados pelo grupo conduzido por Blair e têm de largar o dinheiro. São, no entanto, surpreendidos pela intervenção do tenente que os salva. Todo este pequeno mundo, movido por aspirações divergentes, está prestes a penetrar no terrível deserto do Nevada.

Mas para lá da pista dominada pelo calor, é o seu destino que eles terão de enfrentar.

Duke – Tomo 6
Para Lá Da Pista
Autores: Hermann & Yves H.
Editora: Arte de Autor
Edição: Cartonada
Número de páginas: 56 a cores
Impressão: a cores
Data de Edição: Fevereiro 2022
ISBN: 978-989-9094-05-5
PVP: 17,50€

Hermann Huppen

Nasceu na Bélgica em Julho de 1938. Após uma permanência de 3 anos no Canadá, regressa a Bruxelas e casa-se. Em 1966 Herman começa a ilustrar Bernad Prince, uma série escrita por Greg e que é publicada na revista Tintin.

Depois de uma incursão na série Jugurtha (1967), da qual desenha os dois primeiros tomos, Hermann retoma a colaboração com Greg em Comanche, série que surge em Dezembro de 1969. Hermann, que recebeu várias distinções ao longo da sua carreira, foi em 2016 distinguido com o Grande Prémio do Festival de Banda Desenhada de Angoulême.

O 1º álbum da série DUKE foi publicado em Portugal em Outubro 2017.

Yves H.

nasceu sob o signo da 9.ª arte, precisamente um ano após o seu pai Hermann ter iniciado a carreira prestigiosa que conhecemos. Muito atraído pelo ofício fabuloso do contador de histórias, o jovem Yves vira-se primeiro para o cinema, e devora as obras de Terry Gilliam, Woody Allen ou dos irmãos Coen. Mas Yves H. sonha com histórias «de género», do género que exige os meios faraónicos de Hollywood para serem convenientemente postas em cena, um entrave que não existe na banda desenhada. É então, em 1995, que se lança nas pranchas com Le Secret des hommes-chiens, que realiza sozinho, embora o seu pai assuma responsabilidade pela cor. Mas longe de ser um simples «apadrinhamento», esta colaboração vai reforçar-se ao longo dos anos. Considerando-se mais narrador do que desenhador, volta-se exclusivamente para o argumento, e escreve principalmente para Hermann, que arrasta para os seus universos variados, que vão da pirataria ao filme negro dos anos 30, passando pelo mito de Drácula. Juntos, os dois alcançam uma «nova osmose», encontrando uma narração que só a eles pertence.

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