Cinema: Crítica – Capitão Sharky (2018)

Com as aulas quase, quase a começarem, ainda há tempo para uma boa distracção no cinema. Capitão Sharky é uma das propostas em cartaz que estreia a 30 de Agosto.

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Inspirado no livro alemão por Jutta Langreuter e ilustrado por Silvio Neuendorf, Capitão Sharky é um jovem pirata, o mais destemido deles todos.

Ele, juntamente com a sua tripulação animada, vão em várias aventuras, com a maior ainda por vir.

É quando a filha dum almirante foge no barco de Sharky, esta junta-se à equipa, com Paulo, um amigo novo, também a fazer o seu caminho nesta aventura.

Ao estilo da animação alemã, Capitão Sharky explora os vários significados de orgulho e o valor da amizade, com vários momentos divertidos entre humanos e animais.

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Ainda com o seu orçamento reduzido, comparativamente a outros estúdios como a Pixar ou a Dreamworks, existem diversas cenas que poderão por vezes ser sobrecarregado para as crianças, isto porque a sua curta duração de apenas 73 minutos faz a história acontecer num passo demasiado rápido.

Felizmente, temos alturas onde a tensão é aliviada pela comédia e a imaginação nesta aventura.

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É assim que Capitão Sharky se estreia no grande ecrã, com uma imensa vontade de ser o melhor pirata de sempre e, claro, deixar as crianças às gargalhadas.

Nota: 5/10

  007: Sem Tempo Para Morrer, já tem trailer!

Ricardo Du Toit

Fã irrepreensível de cinema de todos os géneros, mas sobretudo terror. Também adora queimar borracha em jogos de carros.

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