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O Penteador, de Paulo J. Mendes

O álbum O Penteador, do autor Paulo J. Mendes, é a nova proposta de banda desenhada da editora Escorpião Azul.

Candidato a um emprego numa velha loja de miudezas, o jovem Mafaldo Limparrim desloca-se a Poço Redondo, vila suburbana de montanha conhecida pelos seus maus ares, para conhecer o seu idoso e irrequieto patrão.
Contaminado desde o primeiro minuto, acabará por retirar-se à socapa após uma vigorosa familiarização com algumas especialidades e personagens locais.
Diversas circunstâncias, contudo, ditarão o sucessivo regresso do jovem à peculiar vila, sempre acompanhado por um crescendo de personagens cada vez mais ilustres.

O Penteador
De Paulo J. Mendes
Escorpião Azul
160 págs, P/B, Capa Mole
ISBN: 978-989-54558-6-7
Dimensões: 17 x 24 cm
PVP: 15,00€

Paulo J. Mendes nasceu no Porto em 1965, tendo desenvolvido desde cedo o gosto pelo desenho. Frequentou a Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, sendo dessa altura os primeiros e toscos esforços em BD, que publica no fanzine Comicarte, com cuja estrutura associativa colaboraria na organização das primeiras edições do Salão de Banda Desenhada do Porto. Participaria em algumas publicações de efémera duração, como o Jornal de Ramalde ou o descabelado fanzine “Düdü”, que cria com dois amigos.
A vida profissional e outros interesses irão afastá-lo por algumas décadas do universo da BD, como desenhador e leitor.
Trabalhou como desenhador publicitário em listas telefónicas e como pintor de azulejaria, tendo de permeio experiências diversas como a ilustração de temática ferroviária, desenho de medalha e de ex-líbris e ainda a pintura em aguarela.
Em 2014, começou a praticar “urban sketching”, não tendo parado desde então e ao qual se dedica actualmente quase em exclusivo. O reencontro com a BD, desencadeado pela leitura de romances gráficos, foi como o acordar de um longo coma, reavivando o interesse, encantamento e a vontade de tornar a meter as mãos na massa – juntando uma série de ideias soltas, leva a efeito um exercício de retoma ao longo de ano e meio. O resultado é O Penteador, espécie de “desnovela gráfica”, conforme gosta de lhe chamar.

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