Cinema: Crítica – O Clube dos Bilionários

Em 2013, Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese lançaram o mundo O Lobo de Wall Street, um filme que desde do primeiro dia tem um estatuto especial por ser uma das melhores obras cinematográficas modernas.

Histórias de correctores enganarem pessoas comuns para ganharem dinheiro não são novidade, mas eis que aparece mais um conto de como meia dúzia de jovens a pensaram que descobriram a pólvora, com O Clube dos Bilionários.

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Joe Hunt (Ansel Elgort) é um rapaz inteligente, capaz de ver a grande imagem da vida que tem pela frente, quando este se junta a Dean (Taron Egerton), um velho amigo de escola, na criação dum esquema de investimento para fazerem dinheiro rápido. Mas claro, estas histórias raramente correm bem e esta certamente não correu de todo.

Apesar de ser baseado numa história verídica, a recriação realizada por James Cox falta-lhe várias coisas importantes, sobretudo no que toca em mostrar uma narrativa com ambição e um sentido de risco elevado. Sendo que este filme não tem nada disso, resta-nos apenas deixar-nos levar até que chegue o fim do filme para seguirmos a nossa vida.

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No elenco, Elgort e Egerton saem deste filme sem a reputação manchada, ainda que os papéis lhe assentam bem, juntamente com Emma Roberts, que um dia terá o mesmo reconhecimento em cinema como na televisão. Mas é Kevin Spacey que é a ovelha negra no meio disto, ainda que esteja mais no fundo do cenário. Considerando os acontecimentos que acabaram com a sua carreira, é deveras estranho vê-lo no ecrã sabendo o que se sabe hoje, num papel que não favorece a imagem negativa que tem de momento.

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Com isto, não vos convido a pertencerem a este Clube dos Bilionários, onde não apenas irão perder dinheiro; perdem tempo.

  • O Clube dos Bilionários estreia a 27 de setembro nos cinemas

Nota Final: 2/10

Ricardo du Toit

Ricardo Du Toit

Fã irrepreensível de cinema de todos os géneros, mas sobretudo terror. Também adora queimar borracha em jogos de carros.

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