Um dia voltaremos a encontrar-nos | Uma BD Yuri em Portugal
As edições de banda desenhada em Portugal continuam em pela diversificação. Agora é a vez de “Um dia voltaremos a encontrar-nos”, um manhua yuri a ter destaque.
É uma edição especial com número reduzido de exemplares publicado pela pequena Intelectual Editora.
Em Hong Kong pós-2019, as mudanças políticas despertam um sentimento de partida. Esta coletânea de histórias yuri capta os relatos comoventes de mulheres a navegar no amor e na perda. Algumas deixam para trás a sua zona de conforto em busca de novos horizontes; outras permanecem, enfrentando a mudança com resiliência.
De inícios cheios de esperança a despedidas agridoces, cada história tece um retrato íntimo de saudade e reencontro. Seja na centelha de um primeiro encontro ou na ternura de um reencontro, as jornadas emocionais destas mulheres de Hong Kong convidam-te a uma tocante exploração de partidas e regressos.
- UM DIA VOLTAREMOS A ENCONTRAR-NOS
- SMALLTUNG
- Título original: Mǒu tiān zài yù zhè ge dì fāng
- Tradução: Mariana Félix, Francisco Silva
- ISBN: 978-989-36213-2-5
- Dimensões: 14 x 21
- Encadernação: Capa mole
- Páginas: 134
- PVP: 13,90€
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Co-criador e administrador do Central Comics desde 2001. É também legendador e paginador de banda desenhada, e ocasionalmente argumentista.





A ver se já aprenderam a não ocidentalizar de forma errada a edição. Estragaram por completo o D’Artagnan ao ocidentalizarem as páginas, mantendo os balões em sentido de leitura original.
Não havia necessidade de tal azelhice.
Comprei a trilogia do “D’Artagnan” e agora este novo “Um dia voltaremos a encontrar-nos”. Gostei imenso. Estas edições e a do yuri estão sim no sentido de leitura oriental.
As histórias de “Um dia voltaremos a encontrar-nos” estão muito porreiras e o traço da artista é cativante. Consegue equilibrar bem o drama, romance e humor. Mas isto lê-se rápido… Queria mais!
Pela informação que tenho, a primeira edição do D’Artagnan em formato ocidental e não espelhada, foi uma opção editorial, e apenas no primeiro volume. Folheei uma primeira edição ocidentalizada e estava lá no início tudo explicado.
Há uns meses, a editora reeditou em sentido oriental os três volumes, com atualizações relevantes que até outras edições europeias não fizeram.
Pessoalmente, prefiro o sentido oriental, mas nem vou por aí, a estar a pôr em causa a capacidade e o trabalho de uma editora, quando tudo foi explicado e até já fizeram novas edições com consideráveis melhorias…