Novos trailers: Toy Story 5 e o regresso de Super Mario Bros.
Prepare-se para 2026: os grandes estúdios de animação estão a mobilizar-se para um dos anos mais ambiciosos da última década, com uma verdadeira profusão de sequelas, adaptações e novas criações originais. Dos desenhos animados tradicionais à animação digital e ao stop-motion, o panorama promete uma celebração da imaginação e da emoção.

O ano de 2026 trará personagens acarinhadas do passado e novos universos cinematográficos, unindo a nostalgia da infância com a ousadia tecnológica dos nossos dias. Franchises lendárias como Toy Story e Super Mario Bros. regressam em força, lado a lado com produções inéditas de grandes estúdios que ambicionam redefinir o futuro da animação.
Esta semana, a Pixar e a Illumination/Nintendo deram o primeiro passo rumo a esse novo ciclo ao apresentarem os trailers oficiais de Toy Story 5 e Super Mario Galaxy – O Filme — duas produções que prometem não apenas revisitar mundos icónicos, mas também reinventar os seus heróis para uma nova geração de espectadores, num equilíbrio perfeito entre nostalgia e inovação tecnológica.

Depois do sucesso estrondoso de Super Mario Bros: O Filme, que arrecadou mais de 1,3 mil milhões de dólares nas bilheteiras de todo o mundo e em Portugal somou mais de 450 mil bilhetes vendidos, a Nintendo e a Illumination regressam com uma sequela espacial: Super Mario Galaxy – O Filme.

O novo trailer confirma o regresso das vozes (na versão original em inglês) de Chris Pratt (Mario), Anya Taylor-Joy (Princesa Peach), Charlie Day (Luigi), Jack Black (Bowser), Keegan-Michael Key (Toad) e Kevin Michael Richardson (Kamek). Desta vez, a aventura leva o encanador mais famoso do mundo para as profundezas cósmicas do universo Nintendo, inspirado no adorado jogo da Wii lançado em 2007.
Com a promessa de expandir o universo cinematográfico da Nintendo, o filme marca também o arranque de uma nova fase de adaptações — incluindo o aguardado filme live-action de The Legend of Zelda, atualmente em rodagem na Nova Zelândia.
O presidente da Nintendo, Shuntaro Furukawa, afirmou recentemente que o estúdio pretende “estabelecer uma cadência regular de lançamentos cinematográficos” das suas propriedades, consolidando a empresa como um novo gigante do entretenimento global.
Estreia nos cinemas portugueses a 2 de abril de 2026.
A Pixar revelou o primeiro teaser de Toy Story 5, e a reação foi imediata: o adeus a Woody e Buzz poderá estar mais perto do que nunca. Realizado por Andrew Stanton (WALL•E, À Procura de Nemo) e co-realizado por Kenna Harris (Ciao Alberto), o filme explora a adaptação dos brinquedos num “mundo digital”, onde a infância é cada vez mais dominada por ecrãs e tecnologia.
A história apresenta Lilypad, uma moderna tablet em forma de rã — e nova estrela dos brinquedos — com voz de Greta Lee (Vidas Passadas). Este gadget hipertecnológico desafia o legado dos brinquedos clássicos e transforma o jogo infantil num território de confronto entre gerações.
O elenco vocal recupera Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear) e Joan Cusack (Jessie), a que se juntam Ernie Hudson, Tony Hale, Anna Faris e Conan O’Brien, que dá voz ao hilariante brinquedo de treino “Smarty Pants”, um brinquedo tecnológico de treino sanitário.
Para o realizador Andrew Stanton e para a co-realizadora Kenna Harris : “Tem sido uma viagem hilariante e comovente explorar como a nossa equipa de brinquedos clássicos reage ao mundo atual da tecnologia. Estamos muito entusiasmados por partilhar este primeiro vislumbre com o público. Ver o talento extraordinário de Greta Lee dar vida à Lilypad — equilibrando um tom divertido e ligeiramente provocador com humor e emoção, tem sido incrível”.

Segundo o diretor criativo da Pixar, Pete Docter, o novo filme “é uma fábula sobre o que significa brincar num mundo onde os brinquedos foram substituídos por ecrãs”.
O fim da era dos brinquedos chega aos cinemas portugueses a 18 de junho de 2026.
Começou a caminhar nos alicerces de uma sala de cinema, cresceu entre cartazes de filmes e película. E o trabalho no meio audiovisual aconteceu naturalmente, estando presente desde a pré-produção até à exibição.


