Astérix, Obélix e Ideiafix anunciam viagem à Lusitânia com data confirmada
Preparem-se, irredutíveis fãs da banda desenhada: a maior novidade do ano já tem nome, data e destino! A 23 de outubro de 2025, chega às livrarias portuguesas, pela editora ASA, o álbum Astérix na Lusitânia – o volume n.º 41 das inesquecíveis aventuras criadas por René Goscinny e Albert Uderzo.
Com uma tiragem mundial de 5 milhões de exemplares, este lançamento é mais do que um acontecimento editorial: é a consagração de Portugal no mapa da BD mundial. Astérix, Obélix e Ideiafix vão finalmente atravessar os Pirenéus para descobrir a nossa Lusitânia, trazendo consigo a habitual mistura de humor, aventura e sátira histórica.
Fabrice Caro, mais conhecido como Fabcaro, é o argumentista do novo álbum. Autor de banda desenhada e também romancista, iniciou a sua prolífica carreira em 1996. Entre os seus trabalhos destacam-se Le Steak haché de Damoclès (2005), La Bredoute (2007) e On est pas là pour réussir (2012). O sucesso internacional chegou em 2015 com Zaï zaï zaï zaï, obra que mistura absurdo e crítica social. Em 2016 assinou o argumento das novas aventuras de Gai-Luron (com desenho de Pixel Vengeur), e em 2018 publicou Moins qu’hier (plus que demain), igualmente aclamado pela crítica. O seu romance Le Discours (2018) foi adaptado ao cinema por Laurent Tirard em 2020, e em 2022 lançou Guacamole vaudou, um romance fotográfico humorístico em colaboração com o comediante Éric Judor.
Segundo os autores Fabcaro (argumento) e Didier Conrad (desenho), a equipa criativa deixou-se encantar por símbolos fortes da cultura nacional – a ponto de a calçada portuguesa ter sido escolhida como elemento central da capa provisória. Mas não ficará por aí: há a promessa de referências à gastronomia, ao imaginário histórico e a figuras do nosso passado e presente.
Que heróis lusitanos irão cruzar-se com os gauleses? Em que região do país se centrará a ação? Haverá sardinhas, vinho ou até fado a temperar a poção mágica?
Para construir esta aventura, o argumentista Fabcaro percorreu o país de Norte a Sul, registando nada menos do que 527 fotografias — das quais 66 exclusivamente dedicadas às nossas calçadas! O resultado promete um álbum recheado de detalhes que só um olhar atento conseguirá apanhar.
A curiosidade cresce de dia para dia entre a comunidade bedéfila e os milhares de fãs portugueses de Astérix.
A 23 de outubro de MMXXV será publicado o novo álbum das aventuras do mais célebre de todos os Gauleses! O seu título: Astérix na Lusitânia.
Numa bela manhã de primavera, um desconhecido chega à aldeia. Vem da Lusitânia, essa terra ensolarada a ocidente da Hispânia que se encontra também sob o jugo de Roma. E trata-se de um antigo escravo com quem já nos tínhamos cruzado em O Domínio dos Deuses, que veio pedir ajuda aos nossos irredutíveis Gauleses pois conhece os potentes efeitos da Poção Mágica. É o começo de uma nova aventura para Astérix e Obélix!
Astérix na Lusitânia será publicado em 19 línguas e dialetos, em simultâneo, no dia 23/10/2025. Portugal não só recebe a visita dos irredutíveis gauleses, como leva a sua cultura, através da BD, a leitores dos quatro cantos do mundo.
Astérix em números:
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400 000 000: álbuns vendidos em todo o mundo desde 1959.
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5 000 000: tiragem mundial do novo álbum.
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70 000 km: já percorridos pelos heróis em viagens pelo mundo conhecido.
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120: línguas e dialetos em que Astérix foi traduzido.
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25: a Lusitânia será a 25.ª viagem oficial de Astérix e Obélix.
A expectativa é enorme e justificada. Afinal, não é todos os dias que Portugal se torna cenário oficial de Astérix. Até lá, resta-nos esperar — com ansiedade e muito humor — por este encontro histórico entre os gauleses mais famosos da BD e a nossa Lusitânia.

Astérix na Lusitânia
argumento de Fabcaro ; Ilustração de Didier Conrad
ISBN: 9789892366333
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: 23 outubro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 218 x 290 x 10 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 48
No dia 23 de outubro de MMXXV, tudo será revelado.
Começou a caminhar nos alicerces de uma sala de cinema, cresceu entre cartazes de filmes e película. E o trabalho no meio audiovisual aconteceu naturalmente, estando presente desde a pré-produção até à exibição.


