IndieJúnior Porto apresenta programa da 10.ª edição
O IndieJúnior Porto regressa à cidade entre 26 de janeiro e 2 de fevereiro de 2026, assinalando 10 anos de existência com uma programação alargada dedicada à infância, juventude e famílias. Sob o tema da alegria, o festival volta a afirmar-se como um espaço de encontro, descoberta e partilha, reunindo mais de 50 filmes, oficinas e atividades paralelas em vários equipamentos culturais da cidade.
Ao longo de uma semana, o festival ocupa o Batalha – Centro de Cinema, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett, o Coliseu Porto Ageas, a Sala Estúdio Perpétuo, o Planetário do Porto e a Reitoria da Universidade do Porto, reforçando a sua ligação à cidade e ao público escolar e familiar.
A abertura acontece no dia 26 de janeiro, no Batalha, com uma cerimónia especial seguida da exibição de Já Dei o Berro, Além do Visível e A Emancipação de Mimi. Este momento inaugural reúne professores, famílias, parceiros e convidados, dando início a uma edição comemorativa marcada pela celebração e pela proximidade.

Um dos pilares do festival volta a ser o trabalho com escolas, através do projeto educativo Eu Programo um Festival de Cinema, apoiado pelo Plano Nacional de Cinema e pelo Plano Nacional das Artes. Alunos de vários ciclos assumem o papel de programadores, promovendo o pensamento crítico e o diálogo direto com o cinema português e internacional.
Entre os destaques da programação, o Cinema de Colo regressa ao Novo Ático do Coliseu Porto Ageas, com sessões sensoriais pensadas para bebés e crianças pequenas. Para celebrar os 10 anos do festival, o espaço ganha uma nova cenografia criada por Mariana Natário, finalista de cenografia da ESMAE. No Planetário do Porto, a sessão Pudim Cósmico e Outras Viagens propõe uma experiência imersiva onde arte, ciência e gastronomia se cruzam numa viagem pelo universo.

No dia 31 de janeiro, Jorge Prendas é o convidado da sessão O Meu Primeiro Filme, partilhando memórias associadas a Grease, o primeiro filme que viu no cinema sem os pais e que marcou a sua adolescência. Ainda nas sessões especiais, destaque para a longa-metragem Olívia e o Terramoto Invisível, exibida com tradução em Língua Gestual Portuguesa e legendas descritivas, reforçando o compromisso do IndieJúnior Porto com a acessibilidade.
A programação inclui também sessões temáticas como Curtas da Chéquia, Curtas Mães e Pais e Curtas no Feminino, esta última em parceria com o Porto Femme – Festival Internacional de Cinema, abrindo espaço à reflexão sobre corpo, identidade, parentalidade e representações no feminino.
Na Competição de Curtas, serão atribuídos três prémios: o Prémio do Público IndieJúnior, o Prémio Impacto, oferecido pela Reitoria da Universidade do Porto, e o Prémio APEI, dedicado a filmes para a primeira infância.

O encerramento do festival acontece no domingo com a sessão Adoro Bolos, uma celebração cinematográfica acompanhada pelo Coro Infantil da Universidade do Porto, seguida da habitual matiné dançante no Bar High Life do Batalha, ao som da DJ Miss Playmobil.
Como aquecimento para a edição de 2026, o IndieJúnior Porto promove ainda uma sessão warm up no dia 17 de janeiro, na Casa Comum – Reitoria da Universidade do Porto, com entrada livre e uma seleção de curtas-metragens de animação europeia.

De 26 de janeiro a 2 de fevereiro, o IndieJúnior Porto celebra uma década de cinema com alegria, imaginação, reflexão — e alguns bolos pelo caminho.
Começou a caminhar nos alicerces de uma sala de cinema, cresceu entre cartazes de filmes e película. E o trabalho no meio audiovisual aconteceu naturalmente, estando presente desde a pré-produção até à exibição.

