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	<title>Central Comics &#187; Importada</title>
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	<description>O Portal de Toda a Banda Desenhada</description>
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		<title>Crítica: All Star Western #1</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 17:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Importada]]></category>
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		<description><![CDATA[All Star Western ou ou relatorio psicologico de Jonah Hex.
Estamos em Gotham City no ano de 1880 e vemos uma cidade em plena revolução industrial, decadente, poluída e chuvosa.
Temos Jonah Hex e o seu típico mau humor e temos Amadeus Arkham o fundador do Asilo Arkham.
A junção destes 2 personagens resulta de um conjunto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>All Star Western ou ou relatorio psicologico de Jonah Hex.<br />
Estamos em Gotham City no ano de 1880 e vemos uma cidade em plena revolução industrial, decadente, poluída e chuvosa.<br />
<a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/11/allstarwestern01_cover.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2176" title="all star western 01" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/11/allstarwestern01_cover-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a>Temos Jonah Hex e o seu típico mau humor e temos Amadeus Arkham o fundador do Asilo Arkham.<br />
A junção destes 2 personagens resulta de um conjunto de assassinatos. Amadeus Arkham é convidado para dar a sua opinião especializada sobre um assassinato e Jonah Hex aparece como caçador de recompensas, mas nenhum colhe a simpatia do chefe de investigação e por isso, formam uma aliança para descobrir o assassino. É aqui que Amadeus Arkham inicia a sua própria investigação sobre Jonah Hex levando-nos a conhecer melhor este personagem.<br />
Neste primeiro comic há por isso, 2 investigações. A investigação para encontrar o responsável ou responsáveis por uma série de assassinatos que ocorrem em Gotham e a investigação de Amadeus Arkham sobre Jonah Hex. Esta dupla “investigação” poderia ser complicada e resultar num rotundo falhanço e num comics confuso, mas isso não acontece.</p>
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<p>O texto de Justin Gray e Jimmy Palmiotti são muito fluidos (apesar das inúmeras caixas de texto) e os desenhos de Moritat são detalhados e expressivos.<br />
No fim fica a sensação de que se leu um comic com personagens fortes e interessantes, muito bem escritas e desenhadas e que vale a pena seguir.</p>
<p><strong>Pontuação: 80 em 100</strong></p>
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		<title>Crítica: Animal Man #1 e #2</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 14:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Red e Green. Fauna e Flora!
Animal Man e Swamp Thing tem algumas semelhanças que não se reduzem apenas à data em que ambos são lançados (Ambos saíram na quarta feira 5 de Outubro).
Apesar de estes personagens não fazerem parte do mesmo comic é notório que a temática é semelhante e é provável que no futuro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/animalman1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2140" title="animal man #1" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/animalman1-194x300.jpg" alt="" width="116" height="180" /></a>Red e Green. Fauna e Flora!<br />
Animal Man e Swamp Thing tem algumas semelhanças que não se reduzem apenas à data em que ambos são lançados (Ambos saíram na quarta feira 5 de Outubro).<br />
Apesar de estes personagens não fazerem parte do mesmo comic é notório que a temática é semelhante e é provável que no futuro, Buddy Baker (Animal Man) e Alec Holland (Swamp Thing) se encontrem.<br />
Buddy Baker (o Animal Man) tem o poder de mimetizar temporariamente as habilidades dos animais (o que lhe permite voar ou ter a força de um insecto) e tem uma ligação com o mundo dos seres animais ou, como lhe chama, Red.<br />
Alec Holland (Swamp Thing) está unido ao Green, que é o mesmo que dizer que está ligado com toda a vida vegetal na Terra.<br />
Buddy Baker tem uma mulher, 2 filhos e preocupações de quem tem uma família e se vê deparado com a descoberta de que a sua filha (Maxine) tem poderes que todos desconheciam (até agora apenas Baker tinha poderes porque tinha sido atingido pela explosão de radiação proveniente de uma nave extra terrestre).</p>
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<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/animalman2.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2141" title="animal man #2" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/animalman2-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a>No primeiro comic luta contra um criminoso, mas no segundo comic a luta é diferente. Isto porque aparecem alguns desenhos estranhos na sua pele que apenas a sua filha percebe. Ambos descobrem que partilham entre si uma ligação com o mundo dos seres animais (ou campo morfogénico) o Red.<br />
O comic termina com pai e filha a encontrarem esse campo morfogénico e a darem o primeiro passo para dentro do mesmo.<br />
Fica por saber exactamente significa o RED</p>
<p><strong>Pontuação: 80 em 100</strong></p>
<p><em>NV</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica: Action Comics #1 e #2</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 18:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Importada]]></category>
		<category><![CDATA[action comics]]></category>
		<category><![CDATA[comics]]></category>
		<category><![CDATA[dcnu]]></category>
		<category><![CDATA[grant morrisson]]></category>
		<category><![CDATA[superman]]></category>

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		<description><![CDATA[Grant Morrison já tem uma longa carreira e a sua experiência ajuda na idealização desta nova fase do Super-homem.
As personagens deste Action Comics estão bem pensadas e nota-se que existe uma tentativa (bem sucedida) de criar personagens fortes e com características bem demarcadas. Temos um Super-homem que ainda não está tão poderoso como nos habituamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/actioncomics1-k.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2124" title="action comics 1" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/actioncomics1-k-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a>Grant Morrison já tem uma longa carreira e a sua experiência ajuda na idealização desta nova fase do Super-homem.<br />
As personagens deste Action Comics estão bem pensadas e nota-se que existe uma tentativa (bem sucedida) de criar personagens fortes e com características bem demarcadas. Temos um Super-homem que ainda não está tão poderoso como nos habituamos a ver, o que o torna ainda mais interessante.<br />
Não é, ainda, um personagem super poderoso!<br />
Nestes 2 primeiros comics ele ainda está na adolescência da sua carreira de super herói e ainda está a descobrir os seus poderes, da mesma forma que o leitor está a descobrir um super-herói mais humano. Um adolescente que quer ter uma vida normal, pagar a sua renda, ter o seu trabalho e ao mesmo tempo fazer algo para ajudar a sua cidade.<br />
Lex Luthor aparece em grande! De resto a DC, neste seu reboot, tem tido um cuidado muito particular em criar vilões fortes.</p>
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<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/actioncomics2.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2125" title="action comics 2" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/actioncomics2-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a>O conhecido arqui-inimigo do Super-homem é um génio científico e poderoso que se recusa a reconhecer a humanidade do Super-homem, ao longo do segundo comic lê-se muitas vezes Luthor a referir-se a Clark Kent como “it” (i.e. isso).<br />
No primeiro comic desta nova série, o Super-homem salvou várias pessoas de um acidente de comboio e na sequência desse salvamento, ficou preso contra uma parede (uma grande última página do primeiro comic desenhado por Rags Morales).<br />
Já o segundo comic, começa com o Super-homem capturado numa base militar a ser torturado e a escapar dessa base.<br />
Não voa, mas já tem muita força!<br />
Vê-se um super herói que até parece divertir-se com a fuga.<br />
Em vez de estar amargurado ou com sentimento de vingança pelos captores, ele apenas quer sair dali, quase como se aquela situação não lhe causa-se grande dano.<br />
Ao ler estes 2 comics nota-se um novo super-herói. A ausência de um passado com tantas guerras e perdas torna este Clark Kent mais acessível e humano.<br />
Não é necessário conhecer os 500 comics anteriores para saber mais sobre este herói e Grant Morrison faz questão de que o leitor esteja, na realidade, a conhecer um novo herói, com as características que lhe conhecemos, mas com muito menos biografia.</p>
<p>Consegue a pontuação total, são 2 comics demasiado bons para ter menos do que isso.</p>
<p><strong>Pontuação: 100 em 100</strong></p>
<p><em>NV</em></p>
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		<title>Fallen Angel Omnibus</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 07:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Importada]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Diogo Campos
Bete Noire, a besta negra, a cidade que molda o mundo. Fundada por uma conhecida personagem bíblica, Bete Noire é um reflexo do mundo e tudo o que acontecer nela terá reflexos no mundo lá fora. Apenas uma das 3 cidades do género em todo o mundo, o Magistrado, papel delegado de geração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/01/fallenagelomni_0.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-528" title="fallen angel" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/01/fallenagelomni_0.jpg" alt="fallen angel" width="100" height="58" /></a>Por Diogo Campos</em><br />
Bete Noire, a besta negra, a cidade que molda o mundo. Fundada por uma conhecida personagem bíblica, Bete Noire é um reflexo do mundo e tudo o que acontecer nela terá reflexos no mundo lá fora. Apenas uma das 3 cidades do género em todo o mundo, o Magistrado, papel delegado de geração em geração ao primogénito, é quem controla a cidade com a supervisão da misteriosa Hierarquia.<span id="more-527"></span></p>
<p>Bete Noire se fosse uma pessoa, seria uma mulher. Moldando-se conforme a sua misteriosa vontade, é a cidade que escolhe quem sai, quem entra, quem vive e morre delegando funções a determinadas pessoas, não permitindo a existência de médicos e outras funções que atrapalhem os misteriosos desígnios de Bete Noire.</p>
<p>A cidade funciona num equilíbrio entre as várias facções que vivem e fazem os seus negócios dentro de determinadas zonas. Furors é um bar, uma zona neutra onde rivais podem conviver. Durante a noite é também a base de operações de Lee, o local de encontro dos desesperados com a Fallen Angel, o último recurso numa cidade louca onde o pior da humanidade sobressai.</p>
<p>Numa cidade refém dos caprichos do Magistrado onde o crime e corrupção imperam durante a noite, Lee faz justiça pelas próprias mãos numa constante luta entre os desígnios do seu antigo “patrão”, a sua própria visão de justiça e os interesses do Magistrado.<br />
Lee, Liandra, Fallen Angel, como o próprio nome indica é um anjo caído após se ter rebelado contra o seu criador e chefe. Sendo um anjo da guarda, Lee tinha como tarefa proteger a pessoa que lhe era atribuída mas quando uma delas que tinha a habilidade de a ver (as pessoas não conseguem ver normalmente os anjos que lhes são atribuídas), ela desobedece e mata o assassino da sua protegida. Extirpada das suas asas e da quase totalidade dos seus poderes, Lee torna-se assim a protectora de Bete Noire envolvendo-se, tanto dentro como fora da cidade, nos seus mistérios e estranhas hierarquias, enfrentando seres sobrenaturais, frustrando os planos e envolvendo-se com o Magistrado que neste livro é revelado como sendo um padre seu filho.</p>
<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/01/fallenagelomni.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-529" title="fallen angel" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/01/fallenagelomni.jpg" alt="fallen angel" width="158" height="250" /></a>Esta personagem encontra-se muito ligada à run da Supergirl do Peter David não sendo possível falar de uma sem mencionar a outra. Desde o inicio se suspeitou que Lee era nada mais do que Linda Danvers, a Supergirl pós-Crisis on Multiple Earths mas com ambos os títulos (Fallen Angel e Supergirl do Peter David) cancelados por parte da DC apesar das vendas simpáticas, teria que haver maneira de resolver o problema. A DC nunca quis confirmar esta ligação e quando a Fallen Angel mudou para a IDW já com a Supergirl cancelada e a personagem lançada para o limbo, uma solução impunha-se. Assim, as dúvidas foram resolvidas já na IDW, nos números 14 e 15 desta colecção de uma forma bastante inesperada tornando Lee, a actual protectora de Bete Noire na mais recente de uma série de justiceiras da cidade.<br />
A leitura do actual título da IDW (e do omnibus) não dispensa o título original mas consegue ser um excelente complemento e continuação 20 anos depois dos acontecimentos da temporada da DC. Mostrando logo à partida as origens da Fallen Angel, o leitor é atirado para uma vertiginosa aventura onde o Lee e Juris, o antigo Magistrado, disputam a sua visão de como Jude, o mais recente Magistrado e filho destes dois últimos, terá que reinar.</p>
<p>A pesquisa que o Peter David fez para este livre é bastante interessante. Os papéis habituais de certas pessoas na cidade como o chefe de segurança, o informador, o fornecedor de drogas, o capataz, escondem velhos arquétipos conhecidos e que fácil ou dificilmente se identificam conforme o papel de cada um. As referências bíblicas são muito subtis havendo espaço para muitas outras religiões e crenças sem no entanto atrapalhar a leitura. Se há obras onde as referências se tornam essenciais para entender a história, aqui não se impõe esse caso pois toda a história é escrita de forma tão terra-a-terra que conforme a pessoa procure uma história simples de acção ou algo mais complexo, facilmente a encontra.<br />
Apresentando uma visão muito crítica e polémica de Deus, Peter David criou uma mitologia própria e bastante única onde faz reflectir tanto os grandes acontecimentos que moldam actualmente o mundo como pequenas histórias do dia-a-dia sempre com um humor leve e já habitual no autor. Facilmente se chega à conclusão que Bete Noire é a personagem principal de um enorme puzzle na qual nos dão peças muito subtilmente, espaçadamente e sob a forma de imensos e variados acontecimentos e personagens. É uma pequena pérola no meio dos comics norte-americanos que a DC não quis manter mas que vale bem a pena pelo seu ambiente negro e originalidade das histórias.</p>
<p>No que concerne à arte, David Lopez, o original desenhador da série não pode acompanhar a ida do título para a IDW calhando a tarefa a J.K. Woodward. Lembrando um pouco o estilo do Alex Ross, este artista usa claramente referências fotográficas no seu espantoso trabalho pintado “construindo uma Bete Noire a partir de sombras” ao longo de quase todo este livro deixando apenas uma história onde Lee e Shi visitam uma outra das 3 cidades mencionadas atrás para criador da Shi, Billy Cucci, desenhar.</p>
<p><strong>Pontuação: 7.5/10</p>
<p>Argumento: Peter David<br />
Arte: J. K. Woodward, Kristian Donaldson, Dennis Calero, Joe Corroney e Billy Cucci<br />
Editora: IDW</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Echo Vol. 1 e 2</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 13:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Importada]]></category>

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		<description><![CDATA[Comprei os dois primeiros livros (e únicos até agora) completamente às cegas. Apenas reparei que as críticas eram sempre muito favoráveis.
Quando peguei nestes dois livros da série Echo disse uma palavra muito pouco recomendável numa casa de família… estava convencidíssimo que os livros eram a cores, e afinal eram “preto e branco”! Danei-me logo, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Echo Moon Lake" src="http://www.centralcomics.com/loja/images/echo1.jpg" alt="" width="128" height="200" />Comprei os dois primeiros livros (e únicos até agora) completamente às cegas. Apenas reparei que as críticas eram sempre muito favoráveis.<br />
Quando peguei nestes dois livros da série Echo disse uma palavra muito pouco recomendável numa casa de família… estava convencidíssimo que os livros eram a cores, e afinal eram “preto e branco”! Danei-me logo, foi como estar à espera de um sabor doce, e afinal sai uma porcaria amarga. Arrumei os livros na prateleira mais alta, e lá ficaram por uns tempos. Este fim-de-semana resolvi pegar neles, já me tinha passado a neura.<br />
Bom, conforme cheguei a metade da leitura do primeiro livro, o “sabor amargo” sentido dias atrás transformou-se nalguma coisa que me soube mesmo muito bem!<span id="more-420"></span></p>
<p>Terry Moore tem uma narrativa excelente, muito sólida e a espaços achei que era mesmo brilhante. Quanto ao seu desenho, acho que aqueles “preto e branco” estão muito bons, e garantidamente, se a qualidade do papel fosse melhor a sua arte sobressairia muito mais!<br />
Essa pecha, da falta de qualidade do papel, tem uma razão para eu falar dela… o livro é caro! Pelo preço dele, e sendo um livro a “preto e branco”, acho que a qualidade do papel poderia ser bastante superior.<br />
Falando um pouco sobre o autor, Terry Moore, este é sobretudo conhecido pela série “Strangers in Paradise”, embora tivesse o seu dedo no “mainstream” norte-americano em livros/séries como “Spider-Man Loves Mary Jane”, “Birds of Prey” e “Runaways”. “Strangers in Paradise” é publicado por uma editora fundada pelo próprio Terry Moore: Abstract Studios. A Terry Moore e à sua série “Strangers in Paradise” foi atribuído um Eisner Award pela melhor série em 1996.<br />
Falando um pouco sobre “Echo”, e como disse mais atrás, estão editados dois volumes:<br />
- “Moon Lake”<br />
- “Atomic Dreams”<br />
O terceiro volume, “Desert Run”, sairá brevemente.<br />
O livro começa com um teste militar a um fato protótipo e um aparelho de voo individual. Todo este conjunto obedecia ao mínimo pensamento de Annie, a cientista que desenvolveu aquela arma para a firma HeNRI. Depois de devidamente testado, os directores da HeNRI resolvem por um avião no ar e disparar um míssil contra a cientista. Esta aparentemente morre mesmo ali, e o fato é desfeito em milhares de pequenas gotas. Julie estava a tirar fotos no deserto quando se dá a explosão, muitas das pequenas gotas caiem-lhe em cima, outras em cima do seu carro. Quando chega a casa para além de não conseguir retirar nenhuma das pequenas esferas do seu corpo, estas agregam-se no seu peito, formando como que um escudo indissociável do seu corpo… mais, quando chega ao pé do seu carro, as pequenas gotas que estavam depositadas nele são atraído para o seu corpo também! Para Julie é só mais um problema, estando a passar por um processo de divórcio que não aceita, este problema só vem aumentar a sua ansiedade, sobretudo quando descobre que se alguém lhe quiser mal, o “pedaço” de fato depositado no seu peito reage imediata e violentamente com grandes descargas de energia.<br />
A empresa HeNRI quer recuperar todos os pedacinhos do fato que foi espalhado pelo deserto, e aqui começa a caça ao homem (mulher, neste caso).<br />
E então… o resto do fato? Onde pára? Pois é, não posso contar tudo… só o início!<br />
Estes livros fizeram-me dizer duas palavras muito pouco recomendáveis, uma no inicio (já falei dessa primeira causa), e no fim do segundo livro, pois ficou num “cliffhanger” terrível!<br />
Raios!<br />
Recomendo esta série, e só me resta desejar o costume:<br />
Boas leituras!</p>
<p><strong>TPB<br />
Criado por: Terry Moore<br />
Editado em 2008 e 2009 pela Abstract Studio<br />
Nota : 9 em 10<br />
Crítica por: Nuno Amado</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica: Captain America #600</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 13:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<description><![CDATA[A Marvel tem aproveitado da melhor forma alguns plots das suas principais revistas e quando os mesmos atingem certos pontos, a numeração passa para um número mais robusto e imponente como o é um #600. Neste caso trata-se do culminar da história de Ed Brubaker que nestes últimos anos tem dado à revista do Capitão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2009/07/capamerica600_0.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-145" title="Captain America #600" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2009/07/capamerica600_0.jpg" alt="Captain America #600" width="100" height="70" /></a>A Marvel tem aproveitado da melhor forma alguns plots das suas principais revistas e quando os mesmos atingem certos pontos, a numeração passa para um número mais robusto e imponente como o é um #600. Neste caso trata-se do culminar da história de Ed Brubaker que nestes últimos anos tem dado à revista do Capitão América uma lufada de ar fresco.<span id="more-144"></span><br />
Neste número a Marvel decide tentar dar o máximo possível aos seus leitores de modo a compensar o preço na capa, 4.99$, e por isso podemos assistir a capas alternativas do Alex Ross e a uma história interna com a origem do herói que tem a arte deste artista. Só isso é um bom complemento, já que as palavras de Paul Dini com a arte do Ross dá origem sempre a algo de muito bom. No final vemos uma história que envolve o Capitão e o seu inimigo de sempre o Caveira Vermelha que é produzida pela mente de Stan Lee.<br />
Na história do Brubaker as coisas começam a mostrar como é a vida passado um ano da morte do herói de todos os Americanos. A arte, sem o Steve Epting que tem sido o artista que mais tem deixado a marca nesta fase do Capitão, é cheia de altos e baixos devido aos artistas convidados. Butch Guice é o que mais se aproxima da arte que estamos habituados a ver mensalmente na revista, mas depois a mesma começa a descambar passando por um visual caricato/cartunesco e outros que tentam se aproximar do estilo “foto-novela/noir” que caracteriza o argumento do Brubaker.<br />
<a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2009/07/capamerica600.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-146" title="Captain America #600" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2009/07/capamerica600.jpg" alt="Captain America #600" width="122" height="200" /></a>A revista possui três histórias dentro desse conceito “One Year Later”, uma é bastante relacionada com a revista mensal e aborda a continúa procura de Sharon Carter pela verdade acerca do que ela fez no dia da morte do Capitão enquanto que as outras abordam as reacções de aliados e inimigos do herói. Tudo isto é feito de uma forma fluida e interessante porque deixa várias pistas acerca de um possível regresso do herói que, pelos vistos, pode não estar “totalmente” morto. No final isso é abordado quando aparece uma Sharon Carter junto dos Novos Vingadores (nomeadamente Cage e o novo Capitão) a dizer que podem trazer de novo o Steve.<br />
É um bom ponto de partida para o regresso deste herói, o argumentista decide que Sharon devia-se lembrar que a arma que utilizou para “Matar” o Steve Rogers, não era uma arma normal e por isso o efeito pode não ter sido aquele que todos pensaram. Um pouco forçado para tudo aquilo que tem sido feito na revista, mas confio no Brubaker para juntar tudo de uma forma inteligente e lógica. E a volta de Steve Rogers é algo que pode trazer a luz num universo que está no momento num “Dark Reign”.<br />
Just like series like Spider-man, Fantastic Four and Thor. Captain America has reached a big number of comics that will follow to a renumber of the series, incorporating the numbers of all series with the name &#8220;Captain America&#8221; in it.</p>
<p> </p>
<p> CAPTAIN AMERICA #600<br />
Por: ED BRUBAKER, MARK WAID, ROGER STERN &amp; OUTROS<br />
E ainda: BUTCH GUICE, LUKE ROSS, DALE EAGLESHAM &amp; OUTROS<br />
104 PGS.<br />
$4.99<br />
<strong>Nota 7 em 10<br />
Crítica de Hugo Silva</strong></p>
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