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	<title>Central Comics &#187; Críticas</title>
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	<description>O Portal de Toda a Banda Desenhada</description>
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		<title>Crítica: All Star Western #1</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 17:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[All Star Western ou ou relatorio psicologico de Jonah Hex.
Estamos em Gotham City no ano de 1880 e vemos uma cidade em plena revolução industrial, decadente, poluída e chuvosa.
Temos Jonah Hex e o seu típico mau humor e temos Amadeus Arkham o fundador do Asilo Arkham.
A junção destes 2 personagens resulta de um conjunto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>All Star Western ou ou relatorio psicologico de Jonah Hex.<br />
Estamos em Gotham City no ano de 1880 e vemos uma cidade em plena revolução industrial, decadente, poluída e chuvosa.<br />
<a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/11/allstarwestern01_cover.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2176" title="all star western 01" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/11/allstarwestern01_cover-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a>Temos Jonah Hex e o seu típico mau humor e temos Amadeus Arkham o fundador do Asilo Arkham.<br />
A junção destes 2 personagens resulta de um conjunto de assassinatos. Amadeus Arkham é convidado para dar a sua opinião especializada sobre um assassinato e Jonah Hex aparece como caçador de recompensas, mas nenhum colhe a simpatia do chefe de investigação e por isso, formam uma aliança para descobrir o assassino. É aqui que Amadeus Arkham inicia a sua própria investigação sobre Jonah Hex levando-nos a conhecer melhor este personagem.<br />
Neste primeiro comic há por isso, 2 investigações. A investigação para encontrar o responsável ou responsáveis por uma série de assassinatos que ocorrem em Gotham e a investigação de Amadeus Arkham sobre Jonah Hex. Esta dupla “investigação” poderia ser complicada e resultar num rotundo falhanço e num comics confuso, mas isso não acontece.</p>
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</script></p>
<p>O texto de Justin Gray e Jimmy Palmiotti são muito fluidos (apesar das inúmeras caixas de texto) e os desenhos de Moritat são detalhados e expressivos.<br />
No fim fica a sensação de que se leu um comic com personagens fortes e interessantes, muito bem escritas e desenhadas e que vale a pena seguir.</p>
<p><strong>Pontuação: 80 em 100</strong></p>
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		<title>Crítica: Animal Man #1 e #2</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 14:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Red e Green. Fauna e Flora!
Animal Man e Swamp Thing tem algumas semelhanças que não se reduzem apenas à data em que ambos são lançados (Ambos saíram na quarta feira 5 de Outubro).
Apesar de estes personagens não fazerem parte do mesmo comic é notório que a temática é semelhante e é provável que no futuro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/animalman1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2140" title="animal man #1" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/animalman1-194x300.jpg" alt="" width="116" height="180" /></a>Red e Green. Fauna e Flora!<br />
Animal Man e Swamp Thing tem algumas semelhanças que não se reduzem apenas à data em que ambos são lançados (Ambos saíram na quarta feira 5 de Outubro).<br />
Apesar de estes personagens não fazerem parte do mesmo comic é notório que a temática é semelhante e é provável que no futuro, Buddy Baker (Animal Man) e Alec Holland (Swamp Thing) se encontrem.<br />
Buddy Baker (o Animal Man) tem o poder de mimetizar temporariamente as habilidades dos animais (o que lhe permite voar ou ter a força de um insecto) e tem uma ligação com o mundo dos seres animais ou, como lhe chama, Red.<br />
Alec Holland (Swamp Thing) está unido ao Green, que é o mesmo que dizer que está ligado com toda a vida vegetal na Terra.<br />
Buddy Baker tem uma mulher, 2 filhos e preocupações de quem tem uma família e se vê deparado com a descoberta de que a sua filha (Maxine) tem poderes que todos desconheciam (até agora apenas Baker tinha poderes porque tinha sido atingido pela explosão de radiação proveniente de uma nave extra terrestre).</p>
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<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/animalman2.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2141" title="animal man #2" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/animalman2-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a>No primeiro comic luta contra um criminoso, mas no segundo comic a luta é diferente. Isto porque aparecem alguns desenhos estranhos na sua pele que apenas a sua filha percebe. Ambos descobrem que partilham entre si uma ligação com o mundo dos seres animais (ou campo morfogénico) o Red.<br />
O comic termina com pai e filha a encontrarem esse campo morfogénico e a darem o primeiro passo para dentro do mesmo.<br />
Fica por saber exactamente significa o RED</p>
<p><strong>Pontuação: 80 em 100</strong></p>
<p><em>NV</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica: Action Comics #1 e #2</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 18:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Grant Morrison já tem uma longa carreira e a sua experiência ajuda na idealização desta nova fase do Super-homem.
As personagens deste Action Comics estão bem pensadas e nota-se que existe uma tentativa (bem sucedida) de criar personagens fortes e com características bem demarcadas. Temos um Super-homem que ainda não está tão poderoso como nos habituamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/actioncomics1-k.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2124" title="action comics 1" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/actioncomics1-k-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a>Grant Morrison já tem uma longa carreira e a sua experiência ajuda na idealização desta nova fase do Super-homem.<br />
As personagens deste Action Comics estão bem pensadas e nota-se que existe uma tentativa (bem sucedida) de criar personagens fortes e com características bem demarcadas. Temos um Super-homem que ainda não está tão poderoso como nos habituamos a ver, o que o torna ainda mais interessante.<br />
Não é, ainda, um personagem super poderoso!<br />
Nestes 2 primeiros comics ele ainda está na adolescência da sua carreira de super herói e ainda está a descobrir os seus poderes, da mesma forma que o leitor está a descobrir um super-herói mais humano. Um adolescente que quer ter uma vida normal, pagar a sua renda, ter o seu trabalho e ao mesmo tempo fazer algo para ajudar a sua cidade.<br />
Lex Luthor aparece em grande! De resto a DC, neste seu reboot, tem tido um cuidado muito particular em criar vilões fortes.</p>
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<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/actioncomics2.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2125" title="action comics 2" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/10/actioncomics2-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a>O conhecido arqui-inimigo do Super-homem é um génio científico e poderoso que se recusa a reconhecer a humanidade do Super-homem, ao longo do segundo comic lê-se muitas vezes Luthor a referir-se a Clark Kent como “it” (i.e. isso).<br />
No primeiro comic desta nova série, o Super-homem salvou várias pessoas de um acidente de comboio e na sequência desse salvamento, ficou preso contra uma parede (uma grande última página do primeiro comic desenhado por Rags Morales).<br />
Já o segundo comic, começa com o Super-homem capturado numa base militar a ser torturado e a escapar dessa base.<br />
Não voa, mas já tem muita força!<br />
Vê-se um super herói que até parece divertir-se com a fuga.<br />
Em vez de estar amargurado ou com sentimento de vingança pelos captores, ele apenas quer sair dali, quase como se aquela situação não lhe causa-se grande dano.<br />
Ao ler estes 2 comics nota-se um novo super-herói. A ausência de um passado com tantas guerras e perdas torna este Clark Kent mais acessível e humano.<br />
Não é necessário conhecer os 500 comics anteriores para saber mais sobre este herói e Grant Morrison faz questão de que o leitor esteja, na realidade, a conhecer um novo herói, com as características que lhe conhecemos, mas com muito menos biografia.</p>
<p>Consegue a pontuação total, são 2 comics demasiado bons para ter menos do que isso.</p>
<p><strong>Pontuação: 100 em 100</strong></p>
<p><em>NV</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lucky Luke &#8211; Subindo o Mississípi</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 15:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O nosso herói Lucky Luke envolve-se numa corrida para a disputa do monopólio da circulação no rio Mississípi, entre os capitães Barrows e Lowriver. Estes decidem efectuar uma corrida e apostam que ficará com o negócio quem conseguir chegar primeiro. Luke, fica para ajudar Barrows quando vê que Lowriver é um trapaceiro e jogará sujo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso herói Lucky Luke envolve-se numa corrida para a disputa do monopólio da circulação no rio Mississípi, entre os capitães Barrows e Lowriver. Estes decidem efectuar uma corrida e apostam que ficará com o negócio quem conseguir chegar primeiro. Luke, fica para ajudar Barrows quando vê que Lowriver é um trapaceiro e jogará sujo para que seja o seu <img class="alignleft" title="Subindo o Mississípi" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2011/06/Lucky-Luke-Subindo-o-Mississipi.jpg" alt="" width="140" height="185" />barco a chegar primeiro desde Nova Orleães a Minneapolis. Será que o “Daisy Belle” resistirá as patifarias de Lowriver?</p>
<p>Parti com grandes expectativas na leitura deste livro, pois os últimos livros de Lucky Luke escritos por Goscinny tinham sido fantásticos, mas cedo vi que este não seria tão engraçado como os anteriores. Há uma certa claustrofobia na história que fica muito presa à premissa da corrida. Basicamente há a corrida entre as duas embarcações e nas suas escalas, Lowriver tenta arranjar um sacana para sabotar o Daisy Belle. Isto durante 44 páginas. Não me levem a mal, o livro é na mesma muito bom, mas na “Escala Goscinny” não é dos melhores. No entanto há personagens memoráveis como Ned, o melhor e o mais mentiroso de todos os capitães do Mississípi e Sam o seu ajudante. Sempre que eles aparecem é gargalhada na certa.</p>
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<p>Morris apresenta uma arte à Morris. Dentro do seu registo habitual, não há falhas a apontar. Muito bom.<br />
Na tradução e legendagem é talvez dos melhores trabalhos que a Asa tem lançado nos últimos tempos.</p>
<p><strong>Arte: 80%</strong><br />
<strong> Argumento: 60% (Na escala de Goscinny)</strong><br />
<strong> Tradução/Legendagem: 83%</strong><br />
<strong> Apreciação Global: 70%</strong></p>
<p><em>HJ</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dragon Ball vols. 1 ao 8</title>
		<link>http://www.centralcomics.com/2011/07/16/dragon-ball-vols-1-ao-8/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dragon-ball-vols-1-ao-8</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jul 2011 18:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Confesso que estou a seguir com entusiasmo, pela primeira vez, a saga Dragon Ball, através das edições nacionais da ASA. Sou ainda da geração da primeira vez que o anime passou na televisão portuguesa. Vi mesmo o primeiro episódio de sempre por um acaso, quando estava a lanchar. Mas achei aquilo muito estranho. Ao início [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que estou a seguir com entusiasmo, pela primeira vez, a saga Dragon Ball, através das edições nacionais da ASA. Sou ainda da geração da primeira vez que o anime passou na televisão portuguesa. Vi mesmo o primeiro episódio de sempre por um acaso, quando estava a lanchar. Mas achei aquilo muito estranho. Ao início fiquei contente por ver uma nova série de animação na programação, mas achei aquilo tudo muito estranho.<br />
Quando a Bulma pegou numa metralhadora e começou a disparar sobre um puto (Son Goku), pensei para mim “Que raio é isto?!?!”. E acabei por nunca seguir a série.</p>
<p>Mas Dragon Ball acabou de ser um sucesso nunca visto em Portugal. Nem antes nem depois disso. Foi incrível! Tentei entrar na série várias vezes, mas não percebia nada do que se passava e por isso desisti sempre. Então aqueles combates que deveriam ser de 5 minutos, durarem 4 episódios de 20 minutos cada, é que nunca percebi.</p>
<p>Entretanto o ano passado começou a sair a série em manga e em português, e resolvi dar-lhe um<a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/10/dragonball1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1215" title="dragonball 1" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/10/dragonball1-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>a oportunidade. A verdade é que realmente Dragon Ball é muito divertido. Acção e humor têm aqui um casamento perfeito, e os desenhos de Akira Toriyama estão perfeitos para o clima criado.<br />
Akira tem, no entanto, a meu ver, um problema com timings de acção. Alguns dos vilões que vão aparecendo têm demasiado “tempo de antena” e outros mais poderosos são derrotados com demasiada facilidade. Fico com a ideia de que o autor ia escrevendo a história à medida que ia desenhando, pois notam-se alguns desequilíbrios nessa área.</p>
<p>Fiquei também bastante agradado com a tradução/adaptação portuguesa. Sabia de antemão que a tradução nacional era feita sob a tradução inglesa. Mas eu não sou purista. Gosto é das coisas bem feitas, e a tradução está bem concretizada.</p>
<p>Em relação ao formato da edição, nem tudo é rosas. O papel branquinho e o contraste com os bons negros da impressão é algo excelente, no entanto o livro é um pouco pequeno com uma lombada demasiadamente forte. Temos de fazer bastante força para abrir e poder ler os balões mais chegados à espinha do livro.</p>
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</script></p>
<p>A legendagem é que é muito irregular. Penso que deve haver muitas pessoas a trabahar na legendagem, se calhar até várias por livro. A fonte está sempre a sofrer alterações, quer de tamanho, espaçamento e de entrelinhamento, sem necessidade nenhuma.<br />
E há livros com uma legendagem bem melhor do que outros.<br />
Por exemplo, o oitavo volume está péssimo neste aspecto.<br />
No final, nota bastante positiva para esta série que já vai em 10 volumes.</p>
<p><em>Hugo Jesus</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Mais rápidas que uma bala #1</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 14:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[carnificina total]]></category>
		<category><![CDATA[espectacular homem-aranha]]></category>
		<category><![CDATA[hellboy]]></category>
		<category><![CDATA[zona fantástica]]></category>

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		<description><![CDATA[É a estreia de mais um espaço aqui na Central Comics, que pretende dar uma opinião, em meia dúzia de linhas, sobre edições de banda desenhada, novas ou mais antigas, em português ou noutra língua. Nesta primeira edição debruçamo-nos sobre a revista Espectacular Homem-Aranha #1, o álbum Hellboy vol. 6 Terras Estranhas, o fanzine Zona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/04/balas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-842" title="Mais rápidas que uma bala" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/04/balas.jpg" alt="Mais rápidas que uma bala" width="100" height="60" /></a>É a estreia de mais um espaço aqui na Central Comics, que pretende dar uma opinião, em meia dúzia de linhas, sobre edições de banda desenhada, novas ou mais antigas, em português ou noutra língua. Nesta primeira edição debruçamo-nos sobre a revista <em>Espectacular Homem-Aranha #1, </em>o álbum <em>Hellboy vol. 6 Terras Estranhas, </em>o fanzine <em>Zona Fantástica </em>e a antiga mini-série<em> Homem-Aranha: Carnificina Total.<span id="more-841"></span></em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: left; margin-bottom:35px;">Nesta primeira “Mais rápidas que uma bala” decidi-me por 4 edições todas em língua portuguesa. Todas? Talvez não seja bem assim. É que na recém chegada revista <strong><em>Espectacular Homem-Aranha</em></strong>, editada pela Panini, não sei bem se a língua é a portuguesa ou se está escrito em portunhol.<img class="alignleft" title="Espectacular Homem-Aranha" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/04/esp_ha1_k.jpg" alt="" width="120" height="171" /> A revista original não sei bem se é italiana ou inglesa, mas é trabalhada em cima da versão espanhola e produzida por um estúdio de Barcelona. Parece que meterem os textos todos no tradutor do Google, e colaram na versão portuguesa. Os erros são muitos, e há termos e frases completamente em castelhano. Uma vergonha. É pena, pois a ideia do magazine é engraçado. Tem duas histórias de BD do selo “Marvel Adventures” e depois uma série de artigos, fichas de heróis, passatempos, posters, etc. Se tivesse num português decente aprovaria, mas a falta de cuidado nesse aspecto faz merecer que lhe dê nota negativa. 4/10.</p>
<p style="text-align: left; margin-bottom:35px;"><img class="alignright" title="Heelboy Terras Estranhas" src="http://www.centralcomics.com/loja/images/HellboyTerrasEstranhas.jpg" alt="" width="115" height="178" />Passado muito tempo, finalmente a G-Floy Studio trouxe-nos mais um volume de Hellboy. Confesso que gosto da personagem e das suas aventuras mas sempre achei tudo sobrevalorizado. Por isso foi com grande surpresa que ao finalizar a leitura de <em><strong>Hellboy Terras Estanhas</strong> </em>deparei-me com uma sensação de satisfação que nenhum outro volume me tinha dado. Não sei se é melhor que qualquer um dos outros, se fui eu que o absorvi de forma diferente, mas de facto gostei muito deste sexto volume. O tomo é composto por duas histórias, <em>O Terceiro Desejo</em> e <em>A Ilha</em>, entre elas há um fosso de 3 anos, na sua publicação original, mas uma é imediatamente a seguir à outra na cronologia do herói.<br />
Quase não aparecem humanos, mas não é preciso. São duas histórias do fantástico e do terror que não irão desapontar nenhum fã. A ler com atenção e saborear cada página. 8/10.</p>
<p style="text-align: left; margin-bottom:35px;"><img class="alignleft" title="Zona Fantástica" src="http://www.centralcomics.com/loja/images/ZonaFantastica.jpg" alt="" width="122" height="180" />Fil, voltou a carga com mais um fanzine <em>Zona </em>em Março deste ano. Aproveitou-se, e bem, do Fantasporto, e pediu aos “seus autores” que escrevessem e desenhassem histórias com temas do Fantástico.<br />
Depois de um início prometedor em Zona Zero, veio um desapontante <em>Zona Negra</em> (com a temática Terror), por isso estava um pouco de pé atrás em experimentar a <strong><em>Zona Fantástica</em></strong>. Felizmente a qualidade do conteúdo voltou a subir (mas não tanto como a primeira edição). Como qualquer outra antologia, esta tem também os seus desequilíbrios. Ora temos histórias e ideias bastante interessantes, como temos outras completamente desprovidas de interesse. De todas o meu destaque vai para a história <em>Sem Futuro</em> de Rui Alex, a meu ver a mais original e interessante do conjunto. Nos pontos negativos queria voltar a frisar a falta de qualidade da balonagem/legendagem da generalidade das edições nacionais, em que esta não é excepção, e má escolha na ilustração da capa (e eu até gosto da arte da Carla Rodrigues). 6/10</p>
<p style="text-align: left; margin-bottom:35px;"><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/04/HOMEMARANHA-MAXIMUMCARNAGE1.jpg"><img class=" size-full wp-image-844 alignright" title="Carnificina Total" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/04/HOMEMARANHA-MAXIMUMCARNAGE1.jpg" alt="Carnificina Total" width="106" height="150" /></a>Passado bastantes anos, deu-me a nostalgia e apeteceu-me reler uma mega-saga do aracnídeo que saiu em Abril e Maio de 1997 pela Abril/Controljornal: <em><strong>Homem-Aranha: Carnificina Total</strong>. </em>Esta história saiu em 2 números de 160 páginas, por 440$00 cada um (2,20€ na moeda actual). Tirando o facto de ser edições paupérrimas, de fracos acabamentos e papel ainda pior, lembrei-me do quão má é a tradução. Nota-se perfeitamente que são adaptações da edição brasileira e não traduzidas directamente do inglês. Aliás, isso era impossível, pois estes formatinhos da Abril sempre foram versões adulteradas do formato americano. Sempre soube disso, mas foi quando trabalhei no DVD do Demolidor para a Castello Lopes, que inclui um booklet com algumas histórias clássicas do herói invisual, que me apercebi a quantidade de vinhetas que eram retiradas, o texto reduzido para metade ou até 1/3 e até páginas completas eram descartáveis. A saga em si, já deve ser fraca originalmente, mas com estas artimanhas que os estúdios da Abril fizeram, tornaram a “Carnificina Total” uma aborrecida mini-maratona de pancadaria. 4/10</p>
<p style="text-align: left; margin-bottom:35px;"><em>Por Hugo Jesus</em></p>
<p style="text-align: left; margin-bottom:35px;">E por agora é tudo. Se gostarias de também tu contribuir para o “Mais rápidas que uma bala” envia as tuas pequenas grandes críticas, sobre o que te apetecer para o e-mail: <a href="mailto:geral@centralcomics.com">geral@centralcomics.com</a>. Damos preferência a material recente, e edição de língua portuguesa, mas basicamente pode ser de tudo o que quiseres. Ah, não te esqueças de ser curto e podes mandar as quiseres. Uma ou mais, a decisão é tua.</p>
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		<title>Fallen Angel Omnibus</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 07:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Diogo Campos
Bete Noire, a besta negra, a cidade que molda o mundo. Fundada por uma conhecida personagem bíblica, Bete Noire é um reflexo do mundo e tudo o que acontecer nela terá reflexos no mundo lá fora. Apenas uma das 3 cidades do género em todo o mundo, o Magistrado, papel delegado de geração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/01/fallenagelomni_0.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-528" title="fallen angel" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/01/fallenagelomni_0.jpg" alt="fallen angel" width="100" height="58" /></a>Por Diogo Campos</em><br />
Bete Noire, a besta negra, a cidade que molda o mundo. Fundada por uma conhecida personagem bíblica, Bete Noire é um reflexo do mundo e tudo o que acontecer nela terá reflexos no mundo lá fora. Apenas uma das 3 cidades do género em todo o mundo, o Magistrado, papel delegado de geração em geração ao primogénito, é quem controla a cidade com a supervisão da misteriosa Hierarquia.<span id="more-527"></span></p>
<p>Bete Noire se fosse uma pessoa, seria uma mulher. Moldando-se conforme a sua misteriosa vontade, é a cidade que escolhe quem sai, quem entra, quem vive e morre delegando funções a determinadas pessoas, não permitindo a existência de médicos e outras funções que atrapalhem os misteriosos desígnios de Bete Noire.</p>
<p>A cidade funciona num equilíbrio entre as várias facções que vivem e fazem os seus negócios dentro de determinadas zonas. Furors é um bar, uma zona neutra onde rivais podem conviver. Durante a noite é também a base de operações de Lee, o local de encontro dos desesperados com a Fallen Angel, o último recurso numa cidade louca onde o pior da humanidade sobressai.</p>
<p>Numa cidade refém dos caprichos do Magistrado onde o crime e corrupção imperam durante a noite, Lee faz justiça pelas próprias mãos numa constante luta entre os desígnios do seu antigo “patrão”, a sua própria visão de justiça e os interesses do Magistrado.<br />
Lee, Liandra, Fallen Angel, como o próprio nome indica é um anjo caído após se ter rebelado contra o seu criador e chefe. Sendo um anjo da guarda, Lee tinha como tarefa proteger a pessoa que lhe era atribuída mas quando uma delas que tinha a habilidade de a ver (as pessoas não conseguem ver normalmente os anjos que lhes são atribuídas), ela desobedece e mata o assassino da sua protegida. Extirpada das suas asas e da quase totalidade dos seus poderes, Lee torna-se assim a protectora de Bete Noire envolvendo-se, tanto dentro como fora da cidade, nos seus mistérios e estranhas hierarquias, enfrentando seres sobrenaturais, frustrando os planos e envolvendo-se com o Magistrado que neste livro é revelado como sendo um padre seu filho.</p>
<p><a href="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/01/fallenagelomni.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-529" title="fallen angel" src="http://www.centralcomics.com/wp-content/uploads/2010/01/fallenagelomni.jpg" alt="fallen angel" width="158" height="250" /></a>Esta personagem encontra-se muito ligada à run da Supergirl do Peter David não sendo possível falar de uma sem mencionar a outra. Desde o inicio se suspeitou que Lee era nada mais do que Linda Danvers, a Supergirl pós-Crisis on Multiple Earths mas com ambos os títulos (Fallen Angel e Supergirl do Peter David) cancelados por parte da DC apesar das vendas simpáticas, teria que haver maneira de resolver o problema. A DC nunca quis confirmar esta ligação e quando a Fallen Angel mudou para a IDW já com a Supergirl cancelada e a personagem lançada para o limbo, uma solução impunha-se. Assim, as dúvidas foram resolvidas já na IDW, nos números 14 e 15 desta colecção de uma forma bastante inesperada tornando Lee, a actual protectora de Bete Noire na mais recente de uma série de justiceiras da cidade.<br />
A leitura do actual título da IDW (e do omnibus) não dispensa o título original mas consegue ser um excelente complemento e continuação 20 anos depois dos acontecimentos da temporada da DC. Mostrando logo à partida as origens da Fallen Angel, o leitor é atirado para uma vertiginosa aventura onde o Lee e Juris, o antigo Magistrado, disputam a sua visão de como Jude, o mais recente Magistrado e filho destes dois últimos, terá que reinar.</p>
<p>A pesquisa que o Peter David fez para este livre é bastante interessante. Os papéis habituais de certas pessoas na cidade como o chefe de segurança, o informador, o fornecedor de drogas, o capataz, escondem velhos arquétipos conhecidos e que fácil ou dificilmente se identificam conforme o papel de cada um. As referências bíblicas são muito subtis havendo espaço para muitas outras religiões e crenças sem no entanto atrapalhar a leitura. Se há obras onde as referências se tornam essenciais para entender a história, aqui não se impõe esse caso pois toda a história é escrita de forma tão terra-a-terra que conforme a pessoa procure uma história simples de acção ou algo mais complexo, facilmente a encontra.<br />
Apresentando uma visão muito crítica e polémica de Deus, Peter David criou uma mitologia própria e bastante única onde faz reflectir tanto os grandes acontecimentos que moldam actualmente o mundo como pequenas histórias do dia-a-dia sempre com um humor leve e já habitual no autor. Facilmente se chega à conclusão que Bete Noire é a personagem principal de um enorme puzzle na qual nos dão peças muito subtilmente, espaçadamente e sob a forma de imensos e variados acontecimentos e personagens. É uma pequena pérola no meio dos comics norte-americanos que a DC não quis manter mas que vale bem a pena pelo seu ambiente negro e originalidade das histórias.</p>
<p>No que concerne à arte, David Lopez, o original desenhador da série não pode acompanhar a ida do título para a IDW calhando a tarefa a J.K. Woodward. Lembrando um pouco o estilo do Alex Ross, este artista usa claramente referências fotográficas no seu espantoso trabalho pintado “construindo uma Bete Noire a partir de sombras” ao longo de quase todo este livro deixando apenas uma história onde Lee e Shi visitam uma outra das 3 cidades mencionadas atrás para criador da Shi, Billy Cucci, desenhar.</p>
<p><strong>Pontuação: 7.5/10</p>
<p>Argumento: Peter David<br />
Arte: J. K. Woodward, Kristian Donaldson, Dennis Calero, Joe Corroney e Billy Cucci<br />
Editora: IDW</strong></p>
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		<title>Echo Vol. 1 e 2</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 13:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Jesus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comprei os dois primeiros livros (e únicos até agora) completamente às cegas. Apenas reparei que as críticas eram sempre muito favoráveis.
Quando peguei nestes dois livros da série Echo disse uma palavra muito pouco recomendável numa casa de família… estava convencidíssimo que os livros eram a cores, e afinal eram “preto e branco”! Danei-me logo, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Echo Moon Lake" src="http://www.centralcomics.com/loja/images/echo1.jpg" alt="" width="128" height="200" />Comprei os dois primeiros livros (e únicos até agora) completamente às cegas. Apenas reparei que as críticas eram sempre muito favoráveis.<br />
Quando peguei nestes dois livros da série Echo disse uma palavra muito pouco recomendável numa casa de família… estava convencidíssimo que os livros eram a cores, e afinal eram “preto e branco”! Danei-me logo, foi como estar à espera de um sabor doce, e afinal sai uma porcaria amarga. Arrumei os livros na prateleira mais alta, e lá ficaram por uns tempos. Este fim-de-semana resolvi pegar neles, já me tinha passado a neura.<br />
Bom, conforme cheguei a metade da leitura do primeiro livro, o “sabor amargo” sentido dias atrás transformou-se nalguma coisa que me soube mesmo muito bem!<span id="more-420"></span></p>
<p>Terry Moore tem uma narrativa excelente, muito sólida e a espaços achei que era mesmo brilhante. Quanto ao seu desenho, acho que aqueles “preto e branco” estão muito bons, e garantidamente, se a qualidade do papel fosse melhor a sua arte sobressairia muito mais!<br />
Essa pecha, da falta de qualidade do papel, tem uma razão para eu falar dela… o livro é caro! Pelo preço dele, e sendo um livro a “preto e branco”, acho que a qualidade do papel poderia ser bastante superior.<br />
Falando um pouco sobre o autor, Terry Moore, este é sobretudo conhecido pela série “Strangers in Paradise”, embora tivesse o seu dedo no “mainstream” norte-americano em livros/séries como “Spider-Man Loves Mary Jane”, “Birds of Prey” e “Runaways”. “Strangers in Paradise” é publicado por uma editora fundada pelo próprio Terry Moore: Abstract Studios. A Terry Moore e à sua série “Strangers in Paradise” foi atribuído um Eisner Award pela melhor série em 1996.<br />
Falando um pouco sobre “Echo”, e como disse mais atrás, estão editados dois volumes:<br />
- “Moon Lake”<br />
- “Atomic Dreams”<br />
O terceiro volume, “Desert Run”, sairá brevemente.<br />
O livro começa com um teste militar a um fato protótipo e um aparelho de voo individual. Todo este conjunto obedecia ao mínimo pensamento de Annie, a cientista que desenvolveu aquela arma para a firma HeNRI. Depois de devidamente testado, os directores da HeNRI resolvem por um avião no ar e disparar um míssil contra a cientista. Esta aparentemente morre mesmo ali, e o fato é desfeito em milhares de pequenas gotas. Julie estava a tirar fotos no deserto quando se dá a explosão, muitas das pequenas gotas caiem-lhe em cima, outras em cima do seu carro. Quando chega a casa para além de não conseguir retirar nenhuma das pequenas esferas do seu corpo, estas agregam-se no seu peito, formando como que um escudo indissociável do seu corpo… mais, quando chega ao pé do seu carro, as pequenas gotas que estavam depositadas nele são atraído para o seu corpo também! Para Julie é só mais um problema, estando a passar por um processo de divórcio que não aceita, este problema só vem aumentar a sua ansiedade, sobretudo quando descobre que se alguém lhe quiser mal, o “pedaço” de fato depositado no seu peito reage imediata e violentamente com grandes descargas de energia.<br />
A empresa HeNRI quer recuperar todos os pedacinhos do fato que foi espalhado pelo deserto, e aqui começa a caça ao homem (mulher, neste caso).<br />
E então… o resto do fato? Onde pára? Pois é, não posso contar tudo… só o início!<br />
Estes livros fizeram-me dizer duas palavras muito pouco recomendáveis, uma no inicio (já falei dessa primeira causa), e no fim do segundo livro, pois ficou num “cliffhanger” terrível!<br />
Raios!<br />
Recomendo esta série, e só me resta desejar o costume:<br />
Boas leituras!</p>
<p><strong>TPB<br />
Criado por: Terry Moore<br />
Editado em 2008 e 2009 pela Abstract Studio<br />
Nota : 9 em 10<br />
Crítica por: Nuno Amado</strong></p>
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