Cinema: Crítica – Home: A Minha Casa

Home1Era um dia normal no planeta terra… até aparecerem aspiradores no céu.

Após uma invasão bem sucedida, os Boov agora vivem nas grandes metrópoles do planeta Terra (e os humanos vivem todos numa aldeia algures…). Eis que Oh, o mais peculiar destes aliens, decide fazer uma festa… e acidentalmente convida a galáxia toda… incluindo os Gorg que querem destruir os Boov… Ups?

Enquanto Oh se esconde dos outros Boov, ele depara-se com Tip, uma rapariga que anda à procura da sua mãe, e Porco, o adorável gato dela. Juntos, embarcam numa viagem para encontrar a mãe de tip (ou fugir dos Boov enquanto possível…), em mais uma espetacular história de amizade, coragem e familia!

A Dreamworks volta a acertar em cheio com esta longa-metragem, trazendo gargalhadas para todas as idades. O filme é bastante jovial na sua apresentação, cores vivas e designs fora do comum, sendo os Boov estes adoraveis alienigenas de meio metro que aparentam ter síndrome de Yoda (e consequentemente dizem tudo fora de sequência, o que se torna um tanto chato ao início).Home2

A animação é linda, o que já se esperava da Dreamworks, e no entanto bastante viva, com acentuações na linguagem corporal dos adoravéis extra-terrestres.

O único ponto negativo é a banda sonora, visto que o filme constantemente recorre a uma de três músicas tipicamente pop mas tipicamente infantis, o que de certa forma quebra a imersão… Teria sido preferivel tê-las usado só uma vez, mas ao que parece de 15 em 15 minutos lá as conseguem passar outra vez, qual um Thriller feito do avesso

Um filme interessante de se ver, e uma boa ideia para a pequenada durante a páscoa que se apróxima.

3-5-stars

Henrique Correia