Lançamento: Cinzas da Revolta

Com desenho de Jhion (João Amaral), esta obra, que marca a estreia de Miguel Peres como argumentista, relata-nos de forma ficcional episódios rocambolescos que nos abrem perspectivas imaginárias da guerra colonial angolana. Agora com imagens do interior e bios dos autores actualizadas.

Angola, 1961. Um grupo de rebeldes ataca uma fazenda. Os donos são mortos, mas a filha consegue escapar…
1963. Chegamos a Angola. Somos um contingente militar formado na sua maioria por jovens inexperientes. A guerra amedronta-nos. A nossa missão é encontrarmos a rapariga desaparecida em 61…
1966. O inesperado acontece… Afinal, qual o porquê de tantos anos perdidos na busca de uma única pessoa?

cinzas da revolta
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Cinzas da Revolta
de Miguel Peres e João Amaral
Edições ASA
19cm x 26cm
48 págs
Capa Dura
PVP: 13.99€
cinzas da revolta página 2  cinzas da revolta página 17 cinzas da revolta página 26

Biografia Miguel Peres:

Miguel Peres nasceu em 1987, em Setúbal.
Desde pequeno que partilha a paixão do pai pela BD. A cada semana esperava ansiosamente pela chegada do pai com mais um livro de comics.
A paixão foi crescendo e dividiu-se entre realização de curtas-metragens, com alguma projeção nacional, e formação em argumento para BD.
Os resultados surgiram em 2010, quando integrou o projeto Zona BD.
Tirou a Licenciatura de Comunicação Social na Escola Superior de Educação de Setúbal e actualmente dedica-se a edição de vídeo no canal interno corporativo “edpON” da EDP e é argumentista/co-editor da Zona BD.

Blogue: http://miguelperesbd.blogspot.pt

Biografia Jhion:

Jhion é na realidade João Amaral. Nasce em Lisboa, em 1966 e publica em 1994, em pareceria com Rui Carlos Cunha, uma adaptação de A Voz dos Deuses, o célebre romance de João Aguiar.
De lá para cá. Surge nas Selecções BD – 2ª Série, em 1999 com dois episódios de O Que Há de Novo no Império?. Já em 2000, publica na mesma revista O Fim da Linha, um remake do célebre filme O Comboio Apitou Três Vezes. Ganha uma menção na categoria de Novos Valores, no Festival da Sobreda, em 2002, para o qual apresenta uma história de duas páginas, intitulada Game Over. É também um dos autores que participa, em 2003, no álbum Vasco Granja – Uma Vida, 1000 Imagens, com Missão Quase Impossível, uma história feita em parceria com Jorge Magalhães. A mesma dupla elaborou também uma outra curta, intitulada Ok Corral.
Elabora posteriormente três álbuns, intitulados: História de Manteigas – No Coração da Estrela, Bernardo Santareno – Fragmentos de uma Vida Breve e História de Fornos de Algodres – Da Memória das Pedras Ao Coração dos Homens. Mantém, durante dois anos uma colaboração com o jornal Cruz Alta, para onde cria com Isabel Afonso, O Gui, a Nô… E Os Outros, sob o pseudónimo de Joca.
Paralelamente foi, ao longo dos anos, desenhador de acções publicitárias, colaborou com a revista A Rua Sésamo, fez vários postais de felicitações e ilustrações para livros. No seu blogue, entre outros trabalhos, publica, como Joca, uma tira humorística, intitulada Fred & Companhia.

Blogue: http://joaocamaral.blogspot.pt