Lançamento: Murena 6/7- O Sangue das Feras/Vida dos Fogos

Decidido a vingar Britânico, o gladiador Balba vence Massam. Por outro lado, Murena prepara-se para partir para a Gália na esperança de aí encontrar aquela que ama e que o imperador fez desaparecer. Balba aceita acompanhá-lo na condição de que, quando regressarem, Murena o ajude a libertar Roma do seu tirano. Mas Popeia ainda tem uma palavra a dizer…

Em Roma, o verão de 64 d.C promete ser quente. Murena deixa a Gália e retorna a Roma. Está atormentado pela perda da sua amada Acté. Volta para se vingar de Nero, que julga ser o responsável pela sua morte. O Imperador também está em sofrimento pela perda da sua filha Cláudia Augusta, com apenas 4 meses de idade. O que não o impede de ser implacável com aqueles que se colocam no seu caminho. Quando Nero descobre que Murena regressou, todos os que o tentam ajudar correm perigo e uma faísca pode bastar para devastar a bela cidade de Roma…

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Murena 6/7- O Sangue das Feras/Vida dos Fogos
de Jean Dufaux e Philippe Delaby
Edições Asa
Colecção: Murena
Nº de págs: 120
Autores: Dufaux e Delaby
Edição: cartonada
PVP: 21.90€

Os autores:

JEAN DUFAUX
Nasceu na Bélgica em 1949. Frequentou o Instituto de Artes de Difusão de Paris e mais tarde tirou um curso de Psicanálise da Arte onde aprendeu diferentes procedimentos cinematográficos que viriam a influenciar os seus argumentos de Banda Desenhada. Iniciou a carreira profissional como jornalista da Cine-presse, revista destinada aos profissionais de cinema. Antes de se consagrar definitivamente à BD escreveu novelas e peças de teatro para crianças. Os seus primeiros trabalhos de Banda Desenhada foram publicados no jornal Tintin e, em 1983, escreve em parceria com Vernal a série Brelan de Dames desenhada por Renaud e, em 1985, as aventuras de Melly Brown desenhadas por Musquera. No ano seguinte, começa a colaborar com a Dargaud com La Toile e la Dague e sobretudo Beautifica Blues desenhada por Griffo. 1987 é um ano de ouro para Dufaux que cria Jessica Blandy – desenhada por Renaud – a primeira personagem a quem confere um forte perfil psicológico que viria a ser característica dos seus trabalhos. Considerado como um dos autores mais profícuos (ganhando mesmo a etiqueta de Jean, o profícuo) as suas publicações sucedem-se a um ritmo electrizante e em todos os géneros desde o policial ao histórico, passando pelo fantástico e pelo Western, afirmando-se como um dos argumentistas mais originais dos anos 80 e 90. Baseando-se muitas vezes na literatura e no cinema, revela-se um argumentista de excepção.

PHILIPPE DELABY
A sua paixão pela BD começou aos 8 anos quando o pai lhe ofereceu um livro de Tintin. Aos 14 anos entra para a Escola de Belas Artes onde estuda Desenho, mas o seu fascínio pelos pintores flamengos leva-o também a aprender pintura a óleo. Aos 18 anos o apelo da BD foi mais forte e, depois de ser notado num concurso em Mons, começa a trabalhar para a Lombard. Em 1987 assina, para o jornal Tintin, as primeiras pranchas no seu género preferido: História. A sua inclinação para este género viria a revelar-se acertada quando em 1994 recebe o prémio Clio pelo álbum Richard Coeur de Lion. Para além deste título, desenhou Arthur au Royaume de l’impossible, argumento de Duval, três títulos da saga L’etoile Polaire com Luc Delisse, e em 1998, para Jean Dufaux, desenha uma nova série baseada em factos históricos: Murena. Sendo um jovem criador, Delaby é já notado por ter um estilo muito próprio, demonstrando nos seus trabalhos grande maturidade



Série histórica compostas por ciclos.

Ciclo da Mãe (de Nero) – 1º ciclo

1 – A Areia e o Sangue
2 – A Púrpura de Ouro
3 – A Melhor das Mães
4 – Os que Vão Morrer

Ciclo da Mulher (de Nero) – 2º ciclo
5 – A Deusa Negra
6 – O Sangue das Feras
7 – Vida dos Fogos

Já foram publicados na ASA os 5 tomos anteriores.
Neste tomo duplo está incluído um suplemento de esboços com 8 páginas.

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