Após 4 anos de trabalho, finalmente o álbum “BRK” dos estreantes em banda desenhada Filipe Pina e Filipe Andrade, acaba de sair pelas edições Asa.
David tem 17 anos e anda no ensino secundário. Como qualquer adolescente anda confuso com a vida e começa a questionar tudo e todos.
Um dia é aliciado por uma rapariga (Bia) a juntar-se a uma organização que promete revolucionar a forma de pensar das pessoas, a organização “Estalo”. Devido à sua teimosia, e constante insistência em questionar os pais, e contra a vontade da irmã (Ana), decide entrar para o grupo. É rapidamente posto à prova com um assalto a uma fábrica de papel…
Filipe Pina
Nasceu em Santarém, em 1979. Desde 2005 que tem residência fixa no Porto. Trabalhou durante 7 anos em televisão para a Sigma3 Audiovisuais e passou por diversos cargos como editor de imagem, repórter e operador de câmara, até se fixar na área do design e grafismo. Foi responsável pela produção de uma dezena de grafismos onde se incluem programas como “Curto-Circuito”, “CineXL” e “Cabaret da Coxa”, para a Sic Radical. Entre cartazes, logótipos, sites e outras pequenas animações, produziu o grafismo para o 1º CD da banda “Reaktor”. Foi co-fundador e vice-presidente da agora extinta Associação de Produtores de Jogos Electrónicos (Aproje). Em 2006 e 2007, no âmbito de uma cadeira também ela dedicada aos videojogos, deu aulas na ESAD no Porto. Já na área da Banda Desenhada inicia-se, em 2003, com Filipe Andrade na tira cómica online “Fraggers”. Como argumentista e pintor, e também com Filipe Andrade, entre 2006 e 2008, editou periodicamente a BD de nome “BRK” no BD Jornal. Dadas as evidentes influências dos videojogos em todos os seus trabalhos, mais não seria de esperar que não fosse ser actualmente co-fundador e sócio-gerente da empresa Seed Studios, onde produz exactamente videojogos.
Filipe Andrade
Nasceu em Lisboa, em 1986. Cedo mostrou aptidão para o desenho. Em 1997, os pais inscreveram-no no atelier da artista plástica Aurora Bargado. Dois anos mais tarde, frequentou um curso de BD, leccionado por António Valjean, na IMARGEM. Após este curso decidiu que o que realmente queria fazer na vida era BD. Participou em inúmeros concursos de Banda Desenhada e Arte Postal, entre os quais ganhou alguns prémios (BD Amora 2001, 1º lugar; prémio Jovem Revelação GBS 2002 e Menção Honrosa em 2004; BD Amadora, 1º e 2º prémios, em 2002 e 2003, respectivamente, no escalão B e, BD Moura 2005, 1º lugar). Entre 2002 e o presente ano, foi desenvolvendo projectos paralelos. Trabalhou com algumas empresas na área da ilustração em projectos como “Família Nickelodeon” para a MTV Networks, colaborou nos cartazes promocionais do grupo percussionista “Wok” e em arte conceptual para a empresa de videojogos Seed Studios. Em colaboração com Filipe Pina realizou tiras cómicas (online), sob o título, “Fraggers”. Em 2006, os dois iniciam o projecto de BD, de título “BRK”. Finalizou recentemente o curso de Escultura da Faculdade de Belas-Artes e, actualmente, tem vindo a desenvolver aquilo que mais gosta de fazer no campo das Artes, BD, ilustração e escultura.

BRK – tomo 1
Autores: Filipe Pina e Filipe Andrade
Tiragem: 1000 exemplares
Edição: brochada com badanas
Número de páginas: 88
PVP: 16.50€
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Digo-vos que a ASA podia ter sido mais ambiciosa na tiragem. Isto vai esgotar no FIBDA (mesmo com a capa mais pobrezinha de todas que o BRK já teve).
Já agora.
Formato Franco-Belga ou TP DEVIR?
Já agora.
Formato Franco-Belga ou TP DEVIR?
Nenhum.
Formato “Everest”.
Se esgotar fazem uma 2a Edição,como as editoras la fora fazem.
esse manga parece ser mt fixe
seria fixe se a ASA publicasse liros assim xD
À partida o preço não é muito convidativo, mas vou dar uma vista de olhos antes para decidir.
Estive no outro dia numa livraria e aproveitei e dei uma vista de olhos. Para todos os efeitos, acho que a escolha do papel encarece bastante o produto final e, como tal, não concordo com a sua escolha. Pelo pouco que deu para ver, encontrei vários erros de português (sem contar com a inclusão de interjeições). No que toca à arte, gostei mas acho que a arte final devia ser mais leve, pois em certos painéis existe um traço demasiado grosso e carregado.
gostei bastante da historia da bd não percebo o porque de andarem a dizer barbaridades esse tipo de palavras que os escritores meteram na bd é como a juventude fala e deixem mas é de ter dor de cotovelo que já cheira mal a milhas
aa e sim fui compra-la e vou comprar a segunda e todas as bd’s que se fizerem da B R K
O facto de ser como os jovens falam nos dias que correm não significa que esteja bem escrito ou que não sejam erros de Português. Mas pronto, tendo em conta a maneira como escreves, não é de admirar que aches que esteja bem…